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MÁQUINAS EM GERAL => Maquinas em Geral => Tópico iniciado por: ggxlro em 16 de Julho de 2009, 19:58
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o
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... com estes programas cnc para frezas, não dá.
Pq não ?
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... os parâmetros dos quais tu citou acima pelo que sei não são controlados pelo computador da eletro erosão ... não é mesmo? agora os programas gerados pelos softwares de programação é nada mais que o caminho, o percurso do fio ...
conhece isso?
&NR=1 - eletroerosão com motores lineares ...
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Já vi artigos na Net sobre pequenas máquinas para retirar machos quebrados dentro de blocos de metal. Achei a maquineta muito simples, e de fácil construção, meio simplesinha é verdade, mas funciona...
Acho até que daria para adaptar uma fresadora com um cabeçote adequado usando um sistema de movimentação de fio (do tipo eletromagnético) e alguma eletrônica, possivelmente microcontrolada, transformando-a numa pequena EDM.
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Mas veja que eu me referi que a velocidade de erosão à fio depende de muitos fatores, e que soma suas variações, dão um resultado diferente à cada instante, e é por isso que não podemos impor uma velocidade, mas deixá-la sentir a peça e avançar sozinha.
O efeito de erosão é complexo e depende do GAP do eletrodo, que é uma medida entre eletrodo e peça,
quem cria essa medida é a corrente elétrica que pulveriza o aço com descargas capacitivas transformando e em carbono.
Esse carbono tem que ser tirado rapidamente através do próprio dielétrico, que geralmente é água desmineralizada. Enquanto tudo isto não acontecer, o eletrodo não pode avançar, senão, se curto-cicuitará com a peça e ai... já era...
Então, o programa só dá um passo quando o GAP voltar á abrir . No vídeo com motor linear isso tb acontece, mas na hora que o eletrodo esfrega na superfície do disco dá uma ilusão inversa.
Sim, o projeto e a funcionalidade da eletrônica devem ser definidos desse modo, avançar o eletrodo de maneira correta e fazendo a movimentação necessária, ainda não vejo problemas e impedimentos. Para isso, a física da eletroerosão deve ser entendida e devidamente tratada através do sistema de controle de avanço do eletrodo (medindo a corrente, tensão), certamente não seria uma CNC de malha aberta que normalmente é referenciada por aqui.
Sim minilathe, coisa simples funciona também, mas a necessidade nos obriga à complicar e a imaginação as vezes nos traem.
Eu gostaria que as peças mecânicas e chips eletrônicos me obedecessem, mas ele só fazem o que eles podem....
Eu acho que eletrônica é dificil de encontrar o defeito e fácil de trocar o componente, mas mecânica é fácil de achar o defeito e dificil de fazer e trocar o componente. Mas ás vezes acho que tudo é pura ilusão.
As soluções simples são sempre as melhores, mas simples não significa simplório, ou que deixa de levar em conta algo importante.
A eletrônica não se resume a trocar componentes, há o software, as configurações de circuito, a montagem adequada, a abordagem escolhida no projeto do circuito, .... Podendo a solução escolhida ser simplória num extremo ou complexa e difícil de entender e de melhorar do outro, mas ambas são ineficazes.
Como eu disse antes, entender muito bem a física e verificar se as interações da máquina e seu sistema de controle sobre o processo da descarga elétrica estão corretas.
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ggxlro (qual é seu nome ?), EDM é um antigo sonho, não só meu, eu e o Gilli já investimos algum tempo estudando a questão e é uma dívida minha fazer a eletrônica ara os protótipos, um dia eu pago mais essa ... mas tô mencionando isto só pra vc saber que não somos inteiramente leigos ...
Isto posto, eu diria que é sim possível utilizar algo parecido a uma fresadora convencional e programas genéricos de controle ... a coisa não é trivial, mas é factível ...
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Não é possível usar um programa de freza na erosão por que o tempo de avanço do eletrodo durante a usinagem , não é exatamente como na freza, onde você determina a velocidade de movimentação .
Mais ou menos...Ma verdade todas as máquinas que eu usei e estudei prabalham exatamente como uma fresadora - a diferença é que alguns dados como tensão do fio, corrente etc são apenas variáveis pré informadas através de por exemplo tabelas (em arquivo) ou simplesmente ajustes eletronicos em painel que fazem variar a velocidade de avanço...
Onde eu vejo dificuldade é no caso de necessidade de voltar para trás, pois o cnc não permite que o programa vonte algumas etapas.
Então eu faria apenas uma pausa no avanço até que a condição de erro (curto por exemplo) se restabeleça e o cnc volta a avançar de novo.
É assim que as Japax de fio trabalham.
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Em tempo.
Eletroerosão de fio é uma meta, mas não a primeira - minha primeira meta é uma eletroerosão de penetração que já está sendo construida.
A próxima com certeza é de fio.
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eu não sei se os comtatos de fim de curso que entram no turbo cnc podem ser usados como um controle de velocidade para a eletroerosão(contatos fechados os motores param contato aberto os motores andam)pois desta forma o turbo cnc teria mais um uso
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ggxlro
o vídeo que postei acima tem por volta de 10 anos, nele tem uma verdade e uma mentira ...
mentira - eletro penetração erodindo (ou erosionando) de topo semelhante a uma fresa não é legal, não funciona direito a sujeira acumula, logo acontece a carbonização e propavelmente a parada da máquina.
verdade - eletro High Speed erodindo em ângulo não utiliza bicos de refrigeração, apenas o movimento do eletrodo naquela velocidade já é suficiente para retirar o aço carbonizado.
No corte a fio reforço o que o mestre fgilli falou, o ajuste dos parâmetros é feito pelo computador da máquina, através de tabelas (tensão do fio, corrente, avanço, pressão do fluxo dielétrico, e tudo mais )
C N C N o w !
um antigo colega de trabalho, meio cientista louco (hehe) tinha projetos completos de eletro erosão, se não me engano ele trabalho na antiga Infresa.
vou tentar contato com ele (tem uns 9 ou 10 anos que não nos falamos) e ver se ele tem algum material que possa ser aproveitado e possa disponibilizar para seu trabalho com a EDM.
abrax!
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eu não sei se os comtatos de fim de curso que entram no turbo cnc podem ser usados como um controle de velocidade para a eletroerosão(contatos fechados os motores param contato aberto os motores andam)pois desta forma o turbo cnc teria mais um uso
Sim - qualquer programa de controle de máquinas tem esta função, e penso que pode funcionar.
Outra forma que acredito é num controle que seria feito através de um circuito comparador que dependendo da leitura, aumente ou diminua a velocidade de avanço...
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... vou tentar contato ... e ver se ele tem algum material que possa ser aproveitado ...
Ficaria muito grato ! ;D
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Flávio,
Outro ponto que poderia ser usado, no turbo CNC, é o ponto do sensor de posição da placa do torno, (eixo arvore) usado para mudar o passo na usinagem de rosca. O problemas é que só temos um ponto destes., no eixo X.
Desculpe., mas não consegui entender o que você quer dizer com isso...
Fgilli poderia sim trabalhar com o controle de velocidade de avanço, mas onde seria o ponto de acesso de Hardware? Estou consultando um especialista em programação pra ver se resolvo no Linux.
Desculpe de novo, mas não consegui entender o que pretende...
Acho que não precisa de nada muito sofisticado para controle da máquina.
Se o fio tende à fechar curto, haverá um sinal que diz ao cnc para parar de avançar até que a condição de curto acabe, e então ele volta a avançar - simples assim...
Antes de continuar esta conversa, tenho que deixar claro um detalhe que estou percebendo.
Eu começei falando de uma eletroerosão de penetração simples - uma de fio é uma das minhas metas não imediatas, mas será feita com certeza para um grande projeto que já está iniciado.
Temos que definir do que está sendo falado por aqui, porque eu confesso que fiquei confuso.
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Pessoal,
Também estou interessado em máquinas EDM (Electric Discharge Machines), me coloco a disposição para ajudar no que puder ajudar na máquina (programação, eletrônica, microcontroladores, controle em malha fechada, controle de motores e atuadores lineares tipo voice coil e alguma mecânica fina simples). Sempre quiz fazer uma de pequeno porte.
Segue um manual de uma EDM com comando CNC. E uma página com um sistema simples de fresadora adaptada para retirar machos quebrados usando EDM. Tenho mais coisas interessantes...
http://pico-systems.com/edm.html
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Minilathe,
Obrigado pelo documento - vou ler com atenção...
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Pessoal, não sei se vou dizer bobagens e se o fizer, já antecipadamente peço desculpas, pois não tenho o domínio da eletrônica digital que seria necessária para controle de uma máquina destas e como neste assunto já se encontram presentes algumas das mais brilhantes mentes deste fórum, fico até constrangido em sugerir algumas coisas, mas vamos lá...
Pensei que quando o eletrodo não está próximo à peça que será erodida, não haverá arco e portanto a corrente é, digamos, zero...
Ao aproximar-se o eletrodo, o arco será aberto, surgirá uma corrente elevada e o material próximo será carbonizado, momento este em que a corrente tenderá a baixar e o arco será extinguido, se o sistema não avançar novamente...
Não poderíamos, por exemplo, utilizar (não sei como, mas nem deve ser algo difícil), utilizar este decaimento da corrente para avisar o hardware de que ele deverá avançar novamente até que o arco seja reestabelecido?
Então teríamos a própria corrente utilizada como controle da velocidade com que o sistema avançaria...
Reestabelecido o arco elétrico o sistema pára. Ao decair a corrente o sistema avança.. Algo deste tipo...
Viajei na maionese? rs... Ou é algo a se pensar?...
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Edu,
É isso aí, pode palpitar, sempre podem vir boas idéias...
Ao ocorrer o contato do eletrodo (ou fio) com a peça há um curto circuito (descarga elétrica) e a tensão vai a zero, então eletrodo deve recuar para a retirada do material erodido pela descarga elétrica e a tensão aumentar novamente. A tensão então varia num forma de onda do tipo dente de serra e o eletrodo fica num movimento de vai e vem, desgastando a peça.
Também há o avanço do eletrodo (opções: x, y, z, xy, xz, zy ou xyz), similar das nossas CNCs, que deveria ser um movimento adicional ao vai e vem do eletrodo.
Acredito que deveríamos fazer uma máquina composta: um cabeçote EDM acoplado a uma CNC.
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Também podemos usar descargas em alta frequência (20 a 150KHz) comandadas eletronicamente. Mas vamos precisar de um controle em malha fechada um um servocontrole, conforme a figura anexa.
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Edu,
É isso aí, pode palpitar, sempre podem vir boas idéias...
Obrigado, professor....
Sinto-me honrado em poder dar alguns palpites que podem até não ser corretos, mas ao menos dá-nos a chance de aprendermos algo a mais...
então eletrodo deve recuar para a retirada do material erodido pela descarga elétrica
Opa!!!.. tá aí.. Já aprendi algo a mais... rs...
Pensei que o movimento bastava ser avante. Carbonizou o material ele se desmancharia em pó e o eletrodo poderia avançar novamente...
Então é mesmo necessário um movimento de vai-e-vem...
Isto não poderia ser conseguido (óia eu parpitando de novo.. rs..) mas isto não poderia ser conseguido com uma bobina selenóide, por exemplo?
Uma selenóide se encarregaria de retroagir o eletrodo e levá-lo novamente à frente...
Bastaria, por exemplo, estar ligada àos 60 hertz da rede elétrica e ficaria funcionando como uma campainha.. rs..
Ficaria esta selenóide num vai e vem frenético enquanto o eletrodo acompanharia estes movimentos...
Bom, deixa eu parar de abusar do meu direito de falar bobagens.. Se a coisa fosse fácil assim já teriam feito, né? rs....
edu lopes até ai o Sr. está certíssimo,
Puxa, eu nem almejava tanto.. Na realidade, nem tinha idéia de como funcionava estas máquinas e o que disse foi só um palpite...
mas estamos discutindo daí pra frente
Bom, pelo que o professor Gil ensinou, parece-me que é o daí pra trás, né? rs...
Eu não tinha idéia de que era necessário este movimento de vai-e-vem para a retirada do material erodido...
Não é preciso ser um gênio, mas ser um interessado e incansável praticante.
Não almejo e nunca almejei a genialidade.. rs..
Basta-me a teimosia...
No meu caso, eu me acho extremamente teimoso, aí acabo aprendendo de tanto insistir.
Eu, talvez pelo fato de ser mineiro, rs.. sou também extremamente teimoso e termino, assim como você, aprendendo pela insistência.
Ah ..! este tópico é só de eletroerosão penetração, tem outro de erosão à fio.
Eu vi o outro tópico... mas a minha idéia inicial pareceu-me mais adequada à eletro-penetração, mesmo...
E com penetração é mais gostoso.. hehehe
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Vamos por partes, hehehe:
1-)o processo é demorado e tomará muito tempo entre preparação e usinagem, deixando a freza ocupada.
Não estamos falando de fresa e sim de um cabeçote de EDM, como um acessório de uma fresadora ou de uma "criatura" CNC.
2-)envolve dielétrico circulante ou imerso, que além de ser caro, acabará sendo desperdiçado e contaminado no manuseio de bombas, mangueiras .
3-) sem levar em conta que o dielétrico usado é um ótimo engripante para rolamentos, mandris, barramentos, instrumentos, se cair em lugar inapropriado.
O dielétrico será necessário, ou não? Não é uma EDM? Estou pensando em colocar uma bacia ou um reservatório adequado sobre a mesa da fresadora ou da "criatura" CNC, que conterá o dielétrico e o suporte da peça. A bacia deverá ter diamensões apropriadas para conter a peça e o sistema de fixação. É claro que nesse caso, podem haver respingos de dielétrico.
Também temos de considerar de qual ou quais dielétricos estamos falando. O querosene não faria mal algum a máquina, pelo contrário.
4-) Não devemos misturar máq. como retífica, erosão , freza. Cada máq. tem seus problemas de proteção, tipos de cavacos, liquidos refrigerates, etc
Ok, podemos pensar numa máquina autônoma. Mas estou apenas sugerindo um acessório EDM, que poderia ser adaptado em máquinas que vários desse Fórum já possuem e poderiam tirar proveito.
Por exemplo, se eu tivesse um cabeçote a laser pequeno poderia adaptar em minha microfresadora. Não precisaria construir algo para usar o laser. Apesar de haverem máquinas de corte a laser.
É claro que sendo um acessório, haveriam algumas restrições. Mas seria um começo para algo maior, quem sabe???
5-) o cabeçote solto só compensa se a peça for gigantesca.
Acho que independe, o cabeçote pode ser pequeno, ter uma ferramenta pequena e a CNC movimentos pequenos nos eixos.
6-) a máquina além do cabeçote solto também precisa de painel, tanque de dielétrico com bomba e filtros, tudo é muito pesado, complicado e delicado.
Acho que isso não seria problema, teríamos a bacia (citada cima) e todos os componentes necessários para uma EDM: cabeçote, fonte de alimentação, sistema de circulação de dielétrico, painel de controle...
Também podemos pensar numa máquina dedicada, mas acho que seria algo mais complexo, e que talvez menos de nós tiraria proveito de imediato, mas nem por isso impossível...
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Isto não poderia ser conseguido (óia eu parpitando de novo.. rs..) mas isto não poderia ser conseguido com uma bobina selenóide, por exemplo?
Uma selenóide se encarregaria de retroagir o eletrodo e levá-lo novamente à frente...
Bastaria, por exemplo, estar ligada àos 60 hertz da rede elétrica e ficaria funcionando como uma campainha.. rs..
Ficaria esta selenóide num vai e vem frenético enquanto o eletrodo acompanharia estes movimentos...
Bom, deixa eu parar de abusar do meu direito de falar bobagens.. Se a coisa fosse fácil assim já teriam feito, né? rs....
Não sou especialista em EDM, mas já li em alguns lugares que o atuador do cabeçote deve ter um movimento de avanço e retrocesso preciso e que possua repetibilidade nos seus movimentos. Até para poder controlar precisamente as dimensões e o processo de desgaste da peça. Um simples solenóide não atenderia.
Além disso, a frequência de avanço / retrocesso do cabeçote e a frequência das descargas podem, ou deveriam ser, parâmetros independentes e ajustáveis na máquina.
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Pessoal,
Não quero tumultuar o tópico, estou apenas sugerindo uma EDM que seja um módulo adicional a uma fresadora ou "criatura" CNC. A minha sugestão está um pouco sintetizada na foto anexa, onde uma fresadora recebeu uma bacia e um cabeçote EDM.
Afinal, não estou aqui a tanto tempo, e não sei se é a idéia dos "anciões" (no bom sentido...) do forum, Fábio Giili, Jorge, ... quando foi criado esse tópico.
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Reestabelecido o arco elétrico o sistema pára. Ao decair a corrente o sistema avança.. Algo deste tipo...
Edú,
É mais ou menos isso que os circuitos das máquinas fazem - eles tem um comparador para fazer justamente este controle na altura do eletrodo, e se quiser refinar um pouco mais este comparador, por exemplo dotando-o com uma forma de ajuste, pode-se obter uma erosão estável e contínua.
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...estamos discutindo daí pra frente que seria o ponto de ligação do hardware do pc com o programa, onde mencionamos as chaves de fim de curso.
Desculpe voltar ao assunto, mas por gentileza me explique como e para quê quer usar finais de curso numa eletroerosão.
Já perguntei isso lá atrás e não obtive resposta.
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o gap de eletroerosão baixa corrente varia entre 0.03mm à 0,12mm, e não pode variar por vibrações
causada por má fixação ou falta de ajustagem mecânica. Os avanços tem que ser na ordem de microns. Isto é um ponto crítico.
A ajustagem destas frezadoras nem se aproxima disto, pois para obtermos isto, só com estruturas
robustas , que tenham um certo peso, só obtida com servos potentes com passos micrométricos e rápidos,
só obtidos com sistema que são caríssimos. uma máquina dessa chega á custar centenas de milhares de dólares.
O gap poderia ser controlado por motor de passo e fuso helicoidal, nesse caso, para um fuso de passo de 1mm, um motor operando a 400 passos por volta, um sistema mecânico perfeitamente rídigo e sem histerese, teríamos um avanço mínimo de 0,0025 mm, seria suficiente?
Realmente, não sei se todas as "criaturas" tem algumas dessas caracteríticas. E é necessário um sistema que garanta a precisão de movimentação, mas sendo os esforços usinagem quase inexistentes, a rigidez da estrutura não seria tão crítica como numa fresadora.
Eu penso em usar minha microfresadora como base, que é rígida dentro de certos limites, sendo construida em ferro fundido e aço.
Não é uma empreitada comum, se fosse fácil teríamos várias dessas por ai. Mas já vi EDMs pequenas na Net. Temos de definir qual seria o porte da máquina.
O EMI causado pelas faíscas da edm é de alta intensidade e precisaremos projetar filtros e blindagem
especiais.
Ok.
Antes de projetar uma eletroerosão cnc, seria bom ter conhecimentos teóricos e práticos, de uma edm comum para entender realmente coisas limitadoras como velocidade de avanço do cabeçote, colisão de eletrodo, carbonização, velocidade de arranque,etc
OK, estamos todos aprendendo e acho que podemos nos ajudar mutuamente, mas aos poucos podemos juntar as idéias e as "peças" desse quebra cabeça.
E tem mais quando disse que o dielétrico é um bom engripante, é porque está saturado de partículas extremamente duras.
E quanto ao tipo de dielétrico, não é permitido o uso de querozene, e sim de óleo específico para esse fim,
pois existem problemas de saúde e de ponto fulgor.
Sei que existem riscos, mas há mais de 10 anos haviam empresas de fabricação de moldes de injeção que usavam querosene nas suas EDMs. O problema é o ponto de fulgor baixo e se o querosene também não for puro (contendo frações leves de hidrocarbonetos), a coisa pode ficar perigosa.
Ok, podemos avaliar dielétricos, já li em alguns lugares o uso de água desmineralizada, água com óleo solúvel, óleo especial para EDM, ...
Sei que os óleos minerais, de uma maneira geral, possuem constante dielétrica 2 aproximadamente e condutividade quase nula. A água possui constante dielétrica 80 mas alta condutividade, quando não desmineralizada. Por isso alguns reportaram o uso de água com óleo solúvel ou e/ou etilenoglicol, a fase oelosa formaria um filme isolante nas partes metálicas, minimizando a eletrólise. Além de mais seguro, outras vantagens da água seriam a melhor dissipação de calor e refrigeração.
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Isto não poderia ser conseguido (óia eu parpitando de novo.. rs..) mas isto não poderia ser conseguido com uma bobina selenóide, por exemplo?
Há eletroerosões antigas que usam uma grande bobina controlando um êmbolo guiado onde neste são presos os eletrodos que irão fazer o trabalho.
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...estamos discutindo daí pra frente que seria o ponto de ligação do hardware do pc com o programa, onde mencionamos as chaves de fim de curso.
Desculpe voltar ao assunto, mas por gentileza me explique como e para quê quer usar finais de curso numa eletroerosão.
Já perguntei isso lá atrás e não obtive resposta.
Já li que as chaves de fim de curso são dispositivos de segurança e não de controle, para desarmar a máquina / fonte numa quebra ou avanço excessivo.
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1-)o processo é demorado e tomará muito tempo entre preparação e usinagem, deixando a freza ocupada.
Não estamos falando de fresa e sim de um cabeçote de EDM, como um acessório de uma fresadora ou de uma "criatura" CNC.
Sim - e como um acessório, entenda que o processo de funcionamento é lento, e estará tomando a máquina (usada neste momento como suporte para o acessório) para outras funções.
Claro - nada impede de ser usada se não houver urgência de outros serviços da fresadora ou máquina de apoio (uma furadeira de coluna por exemplo)
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Não quero tumultuar o tópico, estou apenas sugerindo uma EDM que seja um módulo adicional a uma fresadora ou "criatura" CNC. A minha sugestão está um pouco sintetizada na foto anexa, onde uma fresadora recebeu uma bacia e um cabeçote EDM.
A minha idéia primeira também foi esta,mas eu avancei um pouco mais e partí para fazer uma máquina independente, para justamente ter mais autonomia porque o processo de erosão é lento e pode inclusive depender de diversas etapas como trocas de eletrodos, indexações de novas posicões etc...
Afinal, não estou aqui a tanto tempo, e não sei se é a idéia dos "anciões" (no bom sentido...) do forum, Fábio Giili, Jorge, ... quando foi criado esse tópico.
A idéia é discutir a construção de algumas idéias.
Creio que todos os interessados irão num primeiro momento discutir um monte de coisa ao mesmo tempo (que é o que está acontecendo) para depois cada um partir para uma solução que mais acredita ou se adequa à sua necessidade pareticular.
Eu só gostaria de tentar organizar um pouco mais as idéias, porque vejo que os vôos estão alcançando altitudes por enquanto muito altas para mim.
Particularmente gosto de estressar as idéias uma de cada vez, e não de forma global discutindo tudo ao mesmo tempo.
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o gap de eletroerosão baixa corrente varia entre 0.03mm à 0,12mm, e não pode variar por vibrações causada por má fixação ou falta de ajustagem mecânica. Os avanços tem que ser na ordem de microns. Isto é um ponto crítico.
E diga-se de passagem que não são deslocamentos conhecidos ou melhor - controlados.
Se o sistema que promove o avanço do eletrodo for feito por motor de passo, motor DC, servomotor, bobina, pistão hidráulico ou qualquer outro método de movimentação, com certeza o projetista deverá levar em consideração o método usado e suas características para prover o dispositivo da acuidade necessária - e cá entre nós, nem é tão alta assim...
Todas as máquinas de eletroerosão que usei ou examinei tem como ponto comum a suavidade na movimentação - só isso.
A ajustagem destas frezadoras nem se aproxima disto, pois para obtermos isto, só com estruturas robustas , que tenham um certo peso, só obtida com servos potentes com passos micrométricos e rápidos, só obtidos com sistema que são caríssimos. uma máquina dessa chega á custar centenas de milhares de dólares.
Creio que não é preciso ir tão longe assim.
Já que uma eletroerosão por penetração simples (pelo menos esta é a minha proposta e alvo) dependerá de por exemplo uma mesa de coordenadas simples, esta pode ser manual e até um produto comercial, isso se o caboclo não puder ou não tiver as condições para fazer uma coisa simples.
Daí o cabeçote, preso à uma coluna simples fará seu papel de estrutura independente - e claro - se alguns de nós quiser usar o cabeçote como dispositivo adaptado à sua fresadora ou furadeira de coiluna, algumas partes poderão ser dispensadas.
Vendo desta forma, eu acredito que não é necessário nada de estrutura pesada e robusta - apenas bem feita e acurada.
O EMI causado pelas faíscas da edm é de alta intensidade e precisaremos projetar filtros e blindagem especiais.
Aí nesse assunto nem me meto, pois descolheço esta área - o que ví até hoje não tem nada disso, mas é claro que sou todo ouvidos.
Antes de projetar uma eletroerosão cnc, seria bom ter conhecimentos teóricos e práticos, de uma edm comum para entender realmente coisas limitadoras como velocidade de avanço do cabeçote, colisão de eletrodo, carbonização, velocidade de arranque,etc
Bem, do pouco que já ví por aí, a coisa pode variar de uma simples eletroerosão de mesa, como as Charmilles Isopulse 12 (de 12 amperes) até um monstro de algumas centenas de amperes.
Em todos os casos a sofisticação está presente nas máquinas maiores e consequentemente mais caras, e o ganho talvez seja significativo para aquele que trabalha com a máquina em 3 turnos...
Na minha opinião e para a minha necessidade pessoal, fico com a solução simples - dispensaria controles demasiado complexos já que não há material de consulta e estudos ao meu alcance para realmente entender como esse troço funciona e reage.
E tem mais quando disse que o dielétrico é um bom engripante, é porque está saturado de partículas extremamente duras.
Com certeza - depois de um tempo fica saturado de pequenas partículas que dão trabalho se não tratado.
Penso que é imprescindível um sistema de tratamento por filtragem, captação (com imã por exemplo) e claro, previsão de desmontagem de certas partes para limpeza adequada.
E quanto ao tipo de dielétrico, não é permitido o uso de querozene, e sim de óleo específico para esse fim, pois existem problemas de saúde e de ponto fulgor.
Uma pergunta - estes óleos dielétricos são fáceis de se conseguir?
Eu gostaria que as coisa fossem mais fáceis, mas....
E podem ser - acho que somos nós quem complicamos :)
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O gap poderia ser controlado por motor de passo e fuso helicoidal, nesse caso, para um fuso de passo de 1mm, um motor operando a 400 passos por volta, um sistema mecânico perfeitamente rídigo e sem histerese, teríamos um avanço mínimo de 0,0025 mm, seria suficiente?
Acredito que sim - e se quiser ter mais acuidade um pouco, coloque uma redução de 2:1 entre motor e fuso, e terá o dobro de resolução!
Realmente, não sei se todas as "criaturas" tem algumas dessas caracteríticas. E é necessário um sistema que garanta a precisão de movimentação, mas sendo os esforços usinagem quase inexistentes, a rigidez da estrutura não seria tão crítica como numa fresadora.
Tenho a mesma opinião.
Eu penso em usar minha microfresadora como base, que é rígida dentro de certos limites, sendo construida em ferro fundido e aço.
Acho que é uma excelente plataforma.
Não é uma empreitada comum, se fosse fácil teríamos várias dessas por ai. Mas já vi EDMs pequenas na Net. Temos de definir qual seria o porte da máquina.
Bem, como os trabalhos que tenho em mente são pequenos, penso que há dois fatores limitantes apenas:
o tamanho físico da máquina em termos de espaço e de movimentação, e na corrente do gerador.
Eu particularmente pretendo um gerador em torno de 8A, mas com bons recursos de ajustes para bons acabamentos.
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Um dos poucos documentos que há sobre o assunto:
acho que é uma fonte interessante de estudos, se bem que um tanto complexo para o que eu pessoalmente imaginei para mim.
http://cscott.net/Projects/FabClass/final/edesign1.html
http://cscott.net/Projects/FabClass/final/Schematic/edm-power.pdf
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ja vi este projeto e pelo que eu vi ele não montou a maquina
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Fábio,
Muitas informações interessantes sobre tensão de ionização, circuito de controle, será útil...
Um dos poucos documentos que há sobre o assunto:
acho que é uma fonte interessante de estudos, se bem que um tanto complexo para o que eu pessoalmente imaginei para mim.
http://cscott.net/Projects/FabClass/final/edesign1.html
http://cscott.net/Projects/FabClass/final/Schematic/edm-power.pdf
Pessoal,
Conforme o "gordo"??? ;D falou.... Ok, pode me chamar de "miniedm"....
Sugiro começarmos com uma EDM (versão 1.0) pequena, mas que produza alguma coisa, aprender com a bixinha, pra depois fazer algo maior? O que acham???
Para alinhar as idéias, proponho um questionário de requisitos que a máquina deveria atender pra depois ir fazendo o projeto. Sugestão:
-Corrente máxima da fonte: ???
-Tensão máxima da fonte: ???
-Não fazer uma máquina autônoma nessa versão 1.0, mas utilizar uma construção do tipo cabeçote com um eixo de movimento, que poderá se adaptar a alguma máquina existente, tipo: fresadora, furadeira de coluna, "criatura", ...
-Avanço do cabeçote: 1 eixo (z), através de motor de passo (400 passos por volta) e fuso de 1mm
-....
-Controle de avanço do cabeçote: combinado, através da tensão do gap e do CNC
-Controle de corrente de descarga: através da eletrônica do cabeçote
-Como o cabeçote terá ação sobre apenas um eixo (z), e como o cabeçote poderá se mover para atender ao controle de tensão do gap, deverá ser provido um meio de sincronizar a movimentação do eletrodo (eixo z) com o software de CNC. Isso poderá ser feito no software de CNC ou fora deste. É possivel interceptar os sinais (passo e direção) do CNC e re-calcular a posição real (eixo Z), que poderá ser mostrada num display externo.
-Poderíamos mover (avançar) o eixo z uma certa medida padrão "A" através do CNC e o controle de avanço iria compensando essse deslocamento "A" (em direção à peça) retornado o cabeçote e depois avançando e "comendo o material aos poucos" até que se deslocasse de "A". Ao avançar "A", o controlador do cabeçote poderia avisar ao CNC (através de uma entrada digital). Aí o CNC poderia dar outro avanço "A" e começaria tudo de novo. Desse modo, poderíamos acoplar o CNC ao EDM e controlar a usinagem no CNC. Faz sentido ?????
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ja vi este projeto e pelo que eu vi ele não montou a maquina
Sim - ele foi apresentado aqui como ponto de estudos, consultas e elocubrações...
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... realmente concordo plenamente quanto á fazer coisas simples que funcionam. Vc viu que a minha "coisa verde" é exatamente o que o Sr. mencionou. Uma mesa comprada, ajustada e rasqueteada, uma coluna , o servo, e o painel.
É - eu acho que o caminho é este (pelo menos para mim)
Não creio que a coisa deva ser mastodôntica para executar uma operação que á princípio não tem contato, portanto não tem esforços.
Quanto à mencionar sistemas extremamente rígidos, se referí aquele video do minilathe com motores lineares onde o avanço e retrocesso chegam à 70G, imagine a força aplicada ao servo e à estrutura, com um certo peso do spindle e eletrodo.
Na minha forma de ver, super interessante mas completamente fora do escopo desta proposta. :)
Uma erosão simples, é viável, mas uma erosão penetração cnc para termos um pouco de velocidade e precisão nos 3 eixos, né faci não...
Pois é - quem determina a velocidade será a parte elétrica/eletrônica já que o sistema "não" usa velocidade de avanço pré determinada - que faz isso é o processo apenas.
Então na minha forma de ver sobra a acuidade, e que não vejo muitos problemas em alcançar um patamar bastante exigente (se for o caso, que não creio) - pelo menos é o que eu penso já que faço estruturas tão ou mais complexas e que devem enfrentar esfdorços que uma erosão não enfrentaria...
Uma caseirinha lenta é viável sim ...concordo com o minilathe (que poderemos chamar tambem de miniedm ... brincadeirinha...).
E é justamente como eu a chamaria :D
-
Sugiro começarmos com uma EDM (versão 1.0) pequena, mas que produza alguma coisa, aprender com a bixinha, pra depois fazer algo maior? O que acham???
Pode ser - o que tem em mente?
Para alinhar as idéias, proponho um questionário de requisitos que a máquina deveria atender pra depois ir fazendo o projeto. Sugestão:
Sim - antes de pensar em corrente e tensão, eu escolheria a função e o tamanho da coisa toda, já que a fonte é derivada da necessidade, poie me parece que quanto maior o eletrodo - mais precisamente a área de contato - mais exige da fonte geradora...
Eu tenho algumas curvas de rendimento dos eletrodos que levam em consideração a área exposta, tempos de execussão, graus de acabamento em função de tensões e correntes.
Assim que conseguir digitalizar a coisa, posto aqui.
Não fazer uma máquina autônoma nessa versão 1.0, mas utilizar uma construção do tipo cabeçote com um eixo de movimento, que poderá se adaptar a alguma máquina existente, tipo: fresadora, furadeira de coluna, "criatura", ...
Pode ser interessante - como já estou meio caminho andado, continuo na minha idéia, mas é claro que quero participar com idéias...
-Avanço do cabeçote: 1 eixo (z), através de motor de passo (400 passos por volta) e fuso de 1mm
Estes são dados que já estou usando para minha solução.
-Controle de avanço do cabeçote: combinado, através da tensão do gap e do CNC
Se é uma máquina simples, pra que cnc? (segundo a proposta acima da versão 1! )
-Controle de corrente de descarga: através da eletrônica do cabeçote
Não compreendí - acho que antes de definir isso deve-se definir como será a eletrônica e certas grandezas...
Como pretendo usar um gerador RC (resistor-Capacitor) creio que está meio resolvido.
O resistor é o limitador de corrente, e o acabamento e/ou tipo de desbaste (fino, médio ou grosso) é dados por descarga de capacitores.
O controle que eu penso é só de altura do "Z"
-Como o cabeçote terá ação sobre apenas um eixo (z), e como o cabeçote poderá se mover para atender ao controle de tensão do gap, deverá ser provido um meio de sincronizar a movimentação do eletrodo (eixo z) com o software de CNC. Isso poderá ser feito no software de CNC ou fora deste. É possivel interceptar os sinais (passo e direção) do CNC e re-calcular a posição real (eixo Z), que poderá ser mostrada num display externo.
Pode, mas acho que foge da proposta inicial de fazer uma máquina simples e comprovar o conceito.
-Poderíamos mover (avançar) o eixo z uma certa medida padrão "A" através do CNC e o controle de avanço iria compensando essse deslocamento "A" (em direção à peça) retornado o cabeçote e depois avançando e "comendo o material aos poucos" até que se deslocasse de "A". Ao avançar "A", o controlador do cabeçote poderia avisar ao CNC (através de uma entrada digital). Aí o CNC poderia dar outro avanço "A" e começaria tudo de novo. Desse modo, poderíamos acoplar o CNC ao EDM e controlar a usinagem no CNC. Faz sentido ?????
Acho que se é para partir para este lado, a coisa é simples - é uma máquina cnc e uma EDM - "Independentes" - o cnc é só para posicionamento, e serve só para automatiza um trabalho de por exemplo diversos furos ou cavidades...
Questionável porque há desgaste dos eletrodos, e consequentemente irregularidades na conformação de cada cavidade.
Em outras palavras - se precisar de 3 furos, precisara de no mínimo 3 eletrodos nuvos, um para cada furo - já que é uium processo lento, e precisa de troca de ferramenta, não vejo vantagem a não ser que se fale em ATC, mas aí o céu é o limite em termos de investimento para se ter uma coisa no mínimo funcionante, e acho que de novo foje do escopo da conversa - uma máquina simples.
Claro - até agora só são minhas ponderaçõers e opiniões - completamente discutíveis...
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Fábio,
Estamos alinhando as idéias e conceitos....
Pode ser - o que tem em mente?
-Avanço do cabeçote: 1 eixo (z), através de motor de passo (400 passos por volta) e fuso de 1mm
Estes são dados que já estou usando para minha solução.
O que voce acha?
Inicialmente pensei num cabeçote autônomo de um eixo de movimento apenas e dotado de motor de passo, mas andei pensando, em algo até mais simples. Talvez pudesse aproveitar o eixo z de minha microfrezadora CNC (Proxxon, também tenho uma fresadora chinesa maior e mais pesada sem CNC, se for o caso, posso usar) ou das "criaturas".
Nesse caso, o "cabeçote" nem teria motor de passo, seria só o eletrodo. O avanço e o retrocesso seria feito pelo que já temos (motor de passo e driver do eixo z). O módulo eletrônico de avanço geraria sinais de passo e direção para o driver do eixo z. O esquema básico está no desenho anexo. No desenho também previ os sinais do CNC, que podem ser usados ou não. Ou seja, pra quem já tem alguma coisa com eixo z motorizado por que não aproveitar??
Ou seria melhor um cabeçote com movimento autônomo?
Sim - antes de pensar em corrente e tensão, eu escolheria a função e o tamanho da coisa toda, já que a fonte é derivada da necessidade, poie me parece que quanto maior o eletrodo - mais precisamente a área de contato - mais exige da fonte geradora...
Eu tenho algumas curvas de rendimento dos eletrodos que levam em consideração a área exposta, tempos de execussão, graus de acabamento em função de tensões e correntes.
Assim que conseguir digitalizar a coisa, posto aqui.
Ok, legal... Vamos dimensionar o tamanho do sistema mecânico e depois a fonte, acho que um eletrodo de até 1 cm2, pra versão 1.0 estaria de bom tamanho não acha?
-Controle de avanço do cabeçote: combinado, através da tensão do gap e do CNC
Se é uma máquina simples, pra que cnc? (segundo a proposta acima da versão 1! )
Estou pensando em aproveitar o eixo z motorizado (CNC) que muitos, eu também, temos. Ok?
O controle que eu penso é só de altura do "Z"
Aí entraria o controle de avanço para manter a tensão no gap não é?
-Como o cabeçote terá ação sobre apenas um eixo (z), e como o cabeçote poderá se mover para atender ao controle de tensão do gap, deverá ser provido um meio de sincronizar a movimentação do eletrodo (eixo z) com o software de CNC. Isso poderá ser feito no software de CNC ou fora deste. É possivel interceptar os sinais (passo e direção) do CNC e re-calcular a posição real (eixo Z), que poderá ser mostrada num display externo.
Pode, mas acho que foge da proposta inicial de fazer uma máquina simples e comprovar o conceito.
-Poderíamos mover (avançar) o eixo z uma certa medida padrão "A" através do CNC e o controle de avanço iria compensando essse deslocamento "A" (em direção à peça) retornado o cabeçote e depois avançando e "comendo o material aos poucos" até que se deslocasse de "A". Ao avançar "A", o controlador do cabeçote poderia avisar ao CNC (através de uma entrada digital). Aí o CNC poderia dar outro avanço "A" e começaria tudo de novo. Desse modo, poderíamos acoplar o CNC ao EDM e controlar a usinagem no CNC. Faz sentido ?????
Acho que se é para partir para este lado, a coisa é simples - é uma máquina cnc e uma EDM - "Independentes" - o cnc é só para posicionamento, e serve só para automatiza um trabalho de por exemplo diversos furos ou cavidades...
Questionável porque há desgaste dos eletrodos, e consequentemente irregularidades na conformação de cada cavidade.
Ainda estou em dúvida se vale a pena um cabeçote com deslocamento no eixo z autônomo ou se podemos aproveitar alguma máquina em que tenhamos motorização. Ou seja, algo mais simples ainda em termos mecânicos e eletrônicos que um cabeçote.
Por outro lado, um módulo autônomo pode ter movimentação mais rápida (mais leve) e poderia servir até pra retirar machos quebrados, usando o suporte de uma furadeira de coluna...Sugestões?
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Esqueci o diagrama de blocos. Depois mando um diagrama elétrico.
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Avanço do cabeçote: 1 eixo (z), através de motor de passo (400 passos por volta) e fuso de 1mm
Estes são dados que já estou usando para minha solução.
Me desculpe, mas eu pensei uma coisa e disse outra - na verdade eu tenho aqui um motor DC com redução que poderia ser usado, mas confesso que ainda não me decidí porque por um lado gosto muito dos motores de passo, e por outro lado gosto da simplicidade de fazer um cabeçote com motor DC.
De qualquer forma, será relativamente fácil trocar um pelo outro caso não me satisfaça ou apenas como teste...
O que voce acha?
... andei pensando, em algo até mais simples. Talvez pudesse aproveitar o eixo z de minha microfrezadora CNC ...
Nesse caso, o "cabeçote" nem teria motor de passo, seria só o eletrodo. O avanço e o retrocesso seria feito pelo que já temos (motor de passo e driver do eixo z).
Pode ser, mas particularmente prefiro pensar em coisas separadas, já que seriam dois controles diferentes para um mesmo motor e eletronica...
Tenho mais umas idéias na manga, mas por enquanto quero esgotar todas as possibilidades...
O módulo eletrônico de avanço geraria sinais de passo e direção para o driver do eixo z. O esquema básico está no desenho anexo. No desenho também previ os sinais do CNC, que podem ser usados ou não. Ou seja, pra quem já tem alguma coisa com eixo z motorizado por que não aproveitar??
Bem - se conseguir criar um controle de altura do eletrodo, creio que alguns programas de controle como o Mach3 possam gerenciar o motor do eixo "Z" usando este sinal externo...
Ou seria melhor um cabeçote com movimento autônomo?
Num primeiro impulso, eu sou totalmente favorável a desenvolver uma máquina autônoma.
Não vejo com bons olhos uma máquina cnc para penetração, pois é como já comentei - só se for dotada de magazinede troca de eletrodos, sistemas de indexação sofisticados, de limpeza, etc...e isso não é nada simples.
Ok, legal... Vamos dimensionar o tamanho do sistema mecânico e depois a fonte, acho que um eletrodo de até 1 cm2, pra versão 1.0 estaria de bom tamanho não acha?
Sobre tamanhos de eletrodos, creio que 1cm² seja muito pouco - eu pensaria em algo um pouco maior - talvez algo como 3 ou 4 cm²...
Acredito que mesmo assim, tensões e correntes na casa de 70~90V e 8~10A respectivamente, mas por enquanto são só pontos de partida e creio que darão excelente resultados se comparados a máquinas mais sofisticadas...
Estou pensando em aproveitar o eixo z motorizado (CNC) que muitos, eu também, temos. Ok?
Ok - mas acho que respondí mais acima (claro - só minha opinião - eu simplificaria a coisa)
Aí entraria o controle de avanço para manter a tensão no gap não é?
Pois é - quem faz esse controle é a parte eletronica do EDM - não precisamos nos preocupar (muito)
Ainda estou em dúvida se vale a pena um cabeçote com deslocamento no eixo z autônomo ou se podemos aproveitar alguma máquina em que tenhamos motorização. Ou seja, algo mais simples ainda em termos mecânicos e eletrônicos que um cabeçote.
Isso só você poderá decidir :)
Por outro lado, um módulo autônomo pode ter movimentação mais rápida (mais leve) e poderia servir até pra retirar machos quebrados, usando o suporte de uma furadeira de coluna...Sugestões?
Acho que se vais partir para um módulo portátil, já percebeu as vantagens da flexibilidade e simplicidade.
Eu justamente estou querendo usar a idéia da simplicidade com uma máquina autônoma isto é - um cabeçote simples, um gerador simples montados numa estrutura simples mas eficientes, que irão ocupar sim algum espaço, mas nada que perturbe minha vida e andamento da minha oficina, e de quebra ainda posso deixá-la trabalhando sózinha e manter minhas outras máquinas que poderiam ser usadas como suporte - minha fresadora e furadeira estariam liver e desimpedidas :)
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O problema é o ponto de fulgor baixo e se o querosene também não for puro (contendo frações leves de hidrocarbonetos)
E o que no querosene não é hidrocarboneto ? hi, hi, hi ... ;D
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Uma erosão simples, é viável, mas uma erosão penetração cnc para termos um pouco de velocidade e precisão nos 3 eixos, né faci não...
Corrija-me se eu estiver enganado: do que tenho visto e lido, entendo que em uma máquina de penetração apenas o eixo Z está ativo durante a usinagem ... os outros, se houver, são utilizados pra posicionamento do material, painelização, etc ...
Entendo que dois eixos, X e Y são utilizados nas máquinas de corte a fio ...
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Jorge,
Apenas para pensar um pouco, lembro de uma das nossas conversas sobre usar uma cnc com um eletrodo fazendo as partes de uma "fresa", onde a idéia era fazer deslocamentos também em X e Y...
Atualmente algumas máquinas sofisticadas usam penetração com movimentos que chamam de planetários (ou algo parecido).
São deslocamentos em espiral e que segundo os especialistas, ajudam na taxa de remoção do material...
Eu acho muito lindo, mas efetivamente para uma máquina (e necessidade) muito específica.
Ainda fico com minha idéia primeira de fazer o troço simples - mas que funcione.
To tentando achar uns documentos sobre este assunto apenas como informação, mas tá duro...
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O gap poderia ser controlado por motor de passo e fuso helicoidal, nesse caso, para um fuso de passo de 1mm, um motor operando a 400 passos por volta, um sistema mecânico perfeitamente rídigo e sem histerese, teríamos um avanço mínimo de 0,0025 mm, seria suficiente?
O Flávio nos brinda com informação importante, coerente com o que encontrei na literatura, julgue a partir disto:
o gap de eletroerosão baixa corrente varia entre 0.03mm à 0,12mm
Um projeto popular receita fuso de 20 TPI (1,27 mm) e já vi versões com motor de 48 ppr ...
Os avanços tem que ser na ordem de microns. Isto é um ponto crítico.
Obviamente o passo deve ser uma fração do gap, eu chutaria algo entre 1:10 ~1:20 como muito razoável.
O menor gap de que tenho notícia é da ordem de 0,001" ou 0,0254 mm ou 25,4 um ... creio que para nós a coisa vai situar-se aproximadamente em 0,004" ou 0,1 mm ... considerando motor de 200 ppr a meio passo, fuso de passo 1 mm, o avanço será de 0,0025 mm (2,5 um) ou gap/40 ... acho que tá de muito bom tamanho ...
Gap dessa ordem implica em tensão de operação de ~ 300V, o que tb me parece bem razoável ...
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Ainda fico com minha idéia primeira de fazer o troço simples - mas que funcione.
Tô contigo e não abro ... acho essencial ganhar alguma experiência prática, mão na massa - ou no dielétrico - antes de partir pra vôos mais altos ... eu pelo menos preciso ganhar algum insight, particularmente noq ue se refere ao desgaste do eletrodo, contaminação do dielérico e flushing ...
Mas cá entre nós, a pulguinha fica toda excitada toda vez que o assunto aparece ... realmente gostaria de viabilizar aquele troço de que falei ... e com progs genéricos ... um dia, um dia ...
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Prezados,
Segue um esquema de controladora de avanço do eletrodo. O motor poderá ser o eixo z de alguma "criatura" ou, em meu caso, minha microfresadora CNC Proxxon. A linha tracejada é a conexão mecânica entre o motor e o eletrodo. Obviamente, o eletrodo deverá estar isolado da estrutura da máquina. Este desenho eu basei num projeto de um livro famoso sobre o assunto.
O eixo z também poderia ser um outro motor de passo de um cabeçote autônomo. O L297 e o L298 são nossos velhos "amiguinhos" ;) (da CNC3AX, ....). Eu simulei no ISIS e acho que vai funfar. Pretendo testar assim que tiver o comparador. Algum outro voluntário?
E a fonte? Sugestões?
Faltam a fonte de alimentação e sistemas auxliares (bomba de circulação de fluido, sistema de proteção de fim de curso).
-
ja faz um bom tempo que eu faço umas flanges de aço inox e nelas são feitas 6 roscas de 1/16,a maior raiva era quando na ultima rosca o macho quebrava, dai idealizei uma eletroerosão simples,consistia de um tarugo de 10mm de diametro por 120mm de comprimento que eu prendia na furadeira isolando com um papel para que não tivesse contato.
enrolei uma bobina com um fio de cobre awg16 e umas 200 espiras enroladas em um carretel de fenolite que entrava naquele eixo preso na furadeira.uma ponta eu fazia o contatocom o macho quebrado aoutra ponta eu ligava em uma fonte de 12volts de 2amps.
ou seja o fio de cobre emcostava no macho e a bobina levantava o conjunto desfazendo o contato e caindo novamente feixando o contato e repetindo ate furar o macho e assim eu conseguia retirar da flange.
esta eletroerosão e muinto simples e funciona, sem eletronica para complicar.
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Segue um esquema de controladora de avanço do eletrodo.
Bacana...
Este desenho eu basei num projeto de um livro famoso sobre o assunto.
Hmmm - talvez do Ben ou do Robert ;)
Algum outro voluntário?
Eu tô na parte mecanica da criatura, e ainda tem um chão até o momento de lidar com choques, curtos, faíscas etc...
E a fonte? Sugestões?
Pois é - só posso expressar a minha opinião, e ela aponta para uma fonte simples:
Trafo + ponte retificadora + resistor de limite de corrente + capacitores de descarga.. (idéias dos livros)
Faltam a fonte de alimentação e sistemas auxliares (bomba de circulação de fluido, sistema de proteção de fim de curso).
Eu penso que para filtração e limpeza do dielétrico, iria usar alguma solução usada na industria automobilistica.
Trabalhei com motores Diesel, e eles usam sistemas de filtração excelentes baseados em filtros descartáveis em papel que aliás são os que apresentam uma das melhores métodos de filtragem, pois as bombas e elementos pulverizadors são muito delicados.
A bomba teria que oferecer alguma pressão, já que é necessário vencer a etapa de filtração e também oferecer algum volume, pois creio que será necessário ter além do sistema de circulação de dieletrico, o sistema de injeção digirida (flushing)
Mais tarde penso em algum sistema de sucção ao invés de pressão;...
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para a bomba poderia ser usada uma de combustivel e o filtro o de carro
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para a bomba poderia ser usada uma de combustivel e o filtro o de carro
Concordo...
Só resta saber se elas teriam volume e pressão, e se iriam resistir ao dielétrico, pois penso ainda em usar querosene, apesar de saber das implicações do brinquedo...
Borrachas em Viton... hmmm
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ja faz um bom tempo que eu faço umas flanges de aço inox e nelas são feitas 6 roscas de 1/16,a maior raiva era quando na ultima rosca o macho quebrava, dai idealizei uma eletroerosão simples,consistia de um tarugo de 10mm de diametro por 120mm de comprimento que eu prendia na furadeira isolando com um papel para que não tivesse contato.
enrolei uma bobina com um fio de cobre awg16 e umas 200 espiras enroladas em um carretel de fenolite que entrava naquele eixo preso na furadeira.uma ponta eu fazia o contatocom o macho quebrado aoutra ponta eu ligava em uma fonte de 12volts de 2amps.
ou seja o fio de cobre emcostava no macho e a bobina levantava o conjunto desfazendo o contato e caindo novamente feixando o contato e repetindo ate furar o macho e assim eu conseguia retirar da flange.
esta eletroerosão e muinto simples e funciona, sem eletronica para complicar.
Simples e interessante....
Voltando ao circuito "miniedm - versão 1.0", o funcionamento é o seguinte, quando a tensão do gap (eletrodo - peça) = Vg for:
- Vg > Va: descer o cabeçote, aproximando da peça.
- Vg < Vb: subir o cabeçote, distanciando da peça.
- Vb < Vg < Va: manter o cabeçote parado, arco estável no gap.
Onde Va e Vb são os dois pontos de ajuste da máquina (tensão mínima e máxima do gap), ajustados por Rv2 e Rv3 respectivamente. Também é ajustável a velocidade do motor, através do potenciômetro Rv1.
Poderia embutir tudo num PIC, mas acho que pra testar é melhor assim, o PIC fica prá depois....
Segue uma outra cópia clara do diagrama esquemático.
O livro que me baseei é do Robert Langlois - Building an EDM.
E a fonte? Qual a corrente e tensão sugeridas? O livro fala em algo em torno de 84V para a fonte, energia de 1.34 Joule (máximo) por descarga. Estaria bom?
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Luciano,
Sobre o filtro, talvez estes de combustíveis, por serem pequenos talvez saturem rápidamente - penso em algo com mais "sustança"...
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bom o nosso combustivel tem de tudo acho que ela aguenta e o tamanho por emquanto como é para testes o filtro da parati esta de bom tamanho
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E a fonte? Qual a corrente e tensão sugeridas? O livro fala em algo em torno de 84V para a fonte, energia de 1.34 Joule (máximo) por descarga. Estaria bom?
Pois é - eu acho que a tensão da maioria das máquinas pequenas gira em torno disso mesmo - o que manda é a corrente creio eu, e aí o bicho pega, pois os resistores de lastro sairão caro...
Eu estou inclinado a fazer a coisa em torno de 8~10A - pelo menos é o que o meu bolso manda
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bom o nosso combustivel tem de tudo acho que ela aguenta e o tamanho por emquanto como é para testes o filtro da parati esta de bom tamanho
Matou a pau :)
Penso em algo assim:
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naquele esquema do langlois falta colocar duas chaves uma manual /automatico e reverso
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E a fonte? Qual a corrente e tensão sugeridas? O livro fala em algo em torno de 84V para a fonte, energia de 1.34 Joule (máximo) por descarga. Estaria bom?
Pois é - eu acho que a tensão da maioria das máquinas pequenas gira em torno disso mesmo - o que manda é a corrente creio eu, e aí o bicho pega, pois os resistores de lastro sairão caro...
Eu estou inclinado a fazer a coisa em torno de 8~10A - pelo menos é o que o meu bolso manda
Então...., a corrente de descarga é função da tensão no capacitor, e a resistência do circuito, formada pela peça + eletrodo + fiação + resistência série do capacitor. Pela literatura sobre EDM (e da teoria de circuitos), essa corrente deve seguir uma exponencial decrescente, sai de um máximo e vai caindo até chegar a um valor mínimo, que pode ser nulo, se a descarga se extinguir. Acho que as resistências de lastro não devem influenciar na corrente da descarga, mas sim na taxa de carga dos capacitores.
Estou pensando aqui..., acho que quanto maior a tensão melhor, pois a energia do capacitor (e da descarga) aumenta com o quadrado da tensão. Assim, os capacitores ficam menores (mais baratos) e a resistência residual de capacitores menores é também menor, pois há menos folha de alumínio enrolada. Não é ? A brincadeira também fica mais perigosa... :)
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Bem, eu não conheço o suficiente de eletrica/eletronica para entrar no mérito da questão...
Não sei se estou certo, mas se fosse usar um sistema RC de digamos 150V (como foi comentado) e uma corrente alta - digamos 25A como ficaria o resistor que controla o tempo de carga dos capacitores?
Pelas contas de um dos livros, deve-se reduzir em uns 20% a corrente do trafo, então teremos:
25A x 0,8 = 20A
Resistência = 150V/20A = 7,5 Ohms
Potencia = 20A x 150V = 3000 Watts... (deve ser bom no inverno trabalhar ao lado desse gerador)
Provavelmente cometí algum erro crasso, mas se tiver outra proposta, sou todo ouvidos...
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Não sei se estou certo, mas se fosse usar um sistema RC de digamos 150V (como foi comentado) e uma corrente alta - digamos 25A como ficaria o resistor que controla o tempo de carga dos capacitores?
Pelas contas de um dos livros, deve-se reduzir em uns 20% a corrente do trafo, então teremos:
25A x 0,8 = 20A
Resistência = 150V/20A = 7,5 Ohms
Potencia = 20A x 150V = 3000 Watts... (deve ser bom no inverno trabalhar ao lado desse gerador)
Provavelmente cometí algum erro crasso, mas se tiver outra proposta, sou todo ouvidos...
Suas contas estão como gostariam Ohm, Kirchoff e outros... :)
E a literatura usa os tais dos 20% em cima da corrente máxima.
Mas gastar 3000Watts (quase 4 HP) para ter uma potência útil muito menor, é dureza né?
Mas, com uma EDM montada (gastadora de energia), poderemos conhecer um pouco mais do processo, taxa de desgaste do material, corrente, tensão, potência útil, ....
Existem circuitos que trabalham de maneira comutada, usando IGBTs ou FETs, como uma fonte chaveada, e que eliminariam a necessidade dessa resistência de lastro, mas, quem sabe.... Fica para o futuro (versão 2.0).
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Mas gastar 3000Watts (quase 4 HP) para ter uma potência útil muito menor, é dureza né?
Pois é - eu também não gostei do que ví...
Existem circuitos que trabalham de maneira comutada, usando IGBTs ou FETs, como uma fonte chaveada, e que eliminariam a necessidade dessa resistência de lastro, mas, quem sabe.... Fica para o futuro (versão 2.0).
Até lá quem sabe eu tenha acesso a um troço desses.
Por enquanto vou pela receita que funciona e aprender um pouco mais sobre a coisa toda
[/quote]
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http://rapidshare.com/files/107199101/edm.rar.html
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Navegador,
Grato, eu já tenho esse livro, muito prático e útil.
Pessoal,
Segue imagem de EDM, de um antigo livro, que usava controle por corrente e contrapeso ao cabeçote, ao invés de ser por tensão, como no livro do Robert Langlois e alguns artigos mais recentes.
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ja faz um bom tempo que eu faço umas flanges de aço inox e nelas são feitas 6 roscas de 1/16,a maior raiva era quando na ultima rosca o macho quebrava, dai idealizei uma eletroerosão simples,consistia de um tarugo de 10mm de diametro por 120mm de comprimento que eu prendia na furadeira isolando com um papel para que não tivesse contato.
enrolei uma bobina com um fio de cobre awg16 e umas 200 espiras enroladas em um carretel de fenolite que entrava naquele eixo preso na furadeira.uma ponta eu fazia o contatocom o macho quebrado aoutra ponta eu ligava em uma fonte de 12volts de 2amps.
ou seja o fio de cobre emcostava no macho e a bobina levantava o conjunto desfazendo o contato e caindo novamente feixando o contato e repetindo ate furar o macho e assim eu conseguia retirar da flange.
esta eletroerosão e muinto simples e funciona, sem eletronica para complicar.
Luciano,
Rapaz, não é que você me instigou!!???!!!!
Eu que na minha santa limitação ainda não consegui elucidar esta idéia...
Por acaso vc não teria uma foto ou um desenho pra ajudar a clarear esta, SUA, interessante e necessária idéia?
Agradeço desde já.
Alexandre Alex.
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Ggxlro,
Alguém achou algum esquema de erosão?
Esquema de que parte? Eu postei um esquema de controladora de avanço, fiz esse projeto baseado no livro do Robet Langlois, que é uma livro clássico no assunto "EDM feita em casa", fiz uma versão modernizada do esquema do livro e testei no ISIS (Proteus). Anexei o esquema que melhorei e testei, agora com menos um CI, em relação aos posts anteriores (da versão 1.0).
Também daria pra sofisticar mais, colocando um microcontrolador agregando mais funções, projetar uma fonte do tipo chaveada para não usar uma "penca de resistores gerando calor". Mas acho melhor ir aos poucos.
Falta esquema de fonte e sistemas auxiliares (bomba, proteção por chaves de fim de curso). Não postei a fonte pois não definia corrente, o livro fala de uma fonte de 84V x 5 A, estaria bom pra começar a nossa "miniedm versão 1.0"?
Assim que tiver todas as partes definidas, pretendo montar uma dessas por aqui. Na próxima semana vou montar essa controladora num "Protoboard" ou numa placa universal, vou comprar o LM339.
Não me preocupei em detalhar a parte do driver do motor de passo (L297 e L298), pois assumi que todos que vão montar tem alguma placa ou driver à mão, mas posso acrescentar ao projeto, se for do interesse.
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desculpe me não sou um bom desenhista mas esta ideia funcionou bem
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desculpe me não sou um bom desenhista mas esta ideia funcionou bem
Valeu Luciano,
Obrigado.
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desculpe me não sou um bom desenhista mas esta ideia funcionou bem
Isto Luciano... era bem algo parecido com isto mesmo que eu imaginava.. Só que no meu caso, por total desconhecimento de como funcionava uma máquina desta, falei em um bobina ligada no 60Hz.. Mas no caso desta sua, o que faz o retrocesso do eletrodo é justamente o fato dele entrar em contato com a peça.. Entrou em contato, (formou-se o arco), a bobina energiza-se e o sistema é retroagido "automáticamente".. rs...
Gostei... Isto que chamo de simplicidade funcional.. muito bom...
Agora uma outra dúvida: este eletrodo é de qual material?
Grafite, como aqueles que usamos para corte de aço?
Ou simplesmente um tubinho de cobre?
Tava eu pensando (óia eu ousando de novo com esta história de pensar.. rs...) Então.. tava pensando naquilo que falaram acima, no caso do filtro de papel não dar conta... E isto pode acontecer, pois os grânulos de metal podem "entupir" o filtro e aí a vazão diminui também...
Pois tava pensando que para evitar isto podíamos usar um "vazo de decantação"..rs...
Uma caixinha de metal onde o óleo diesel, querozene ou seja lá o que for cairia dentro desta caixa e ficaria em repouso durante um tempo.. Bom esta caixinha poderia ter um campo magnético no fundo e "reteria" todas os grânulos metálicos que estivessem em suspensão no líquido... Apenas os de granulometria muito baixa iriam ser retidos no filtro de papel que viria após esta caixa... Só não funcionaria no caso de alumínios, aço inox ou outros metais não ferrosos.. .
Mas em casos de metais ferrosos, acho que funcionaria direitinho...
Que acham?
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Edu,
desculpe me não sou um bom desenhista mas esta ideia funcionou bem
Isto Luciano... era bem algo parecido com isto mesmo que eu imaginava.. Só que no meu caso, por total desconhecimento de como funcionava uma máquina desta, falei em um bobina ligada no 60Hz.. Mas no caso desta sua, o que faz o retrocesso do eletrodo é justamente o fato dele entrar em contato com a peça.. Entrou em contato, (formou-se o arco), a bobina energiza-se e o sistema é retroagido "automáticamente".. rs...
A oscilação do eletrodo poderia até ser em 60Hz, mas considere que tambám existem as descargas elétricas, que ocorrem de maneira pulsada numa outra frequência. Nos sistemas do tipo RC, a taxa de carga e descarga ocorre numa frequência determinada pelas variáveis do processo e do sistema de EDM (corrente de carga, corrente de descarga, capacitância da fonte, distância do gap, tensão de ionização do fluído, ...) e aí a frequência ideal de movimentação do eletrodo não será 60Hz, para haver o máximo redimento do sistema (máxima taxa de retirada de material).
desculpe me não sou um bom desenhista mas esta ideia funcionou bem
Tava eu pensando (óia eu ousando de novo com esta história de pensar.. rs...) Então.. tava pensando naquilo que falaram acima, no caso do filtro de papel não dar conta... E isto pode acontecer, pois os grânulos de metal podem "entupir" o filtro e aí a vazão diminui também...
Pois tava pensando que para evitar isto podíamos usar um "vazo de decantação"..rs...
Uma caixinha de metal onde o óleo diesel, querozene ou seja lá o que for cairia dentro desta caixa e ficaria em repouso durante um tempo.. Bom esta caixinha poderia ter um campo magnético no fundo e "reteria" todas os grânulos metálicos que estivessem em suspensão no líquido... Apenas os de granulometria muito baixa iriam ser retidos no filtro de papel que viria após esta caixa... Só não funcionaria no caso de alumínios, aço inox ou outros metais não ferrosos.. .
Mas em casos de metais ferrosos, acho que funcionaria direitinho...
Que acham?
Seguem algumas imagens que ilustram eletrodos providos de furos para a limpeza do material desprendido nas descarga, bem como dos gases e vapores formados na descarga.
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Luciando g,
desculpe me não sou um bom desenhista mas esta ideia funcionou bem
Esse arranjo deve funcionar para aplicações simples, mas não permite controle das variáveis do processo, avanço, corrente, tensão da descarga. Isso pode influenciar no acabamento, aumento do rendimento do sistema.
Apesar de funcional e simples, é um sistema meio "tosco", pois está sujeito a inércia do cilindro, peso do eletodo, ... Uma versão melhorada poderia ter uma resistência em paralelo com o induzido para controlar a corrente de descarga.
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Pessoal,
Me increvi num grupo do yahoo sobre EDM caseira, recomendo que os interessados se inscrevam.
http://tech.groups.yahoo.com/group/EDMHomeBuilders/
Seguem algumas fotos que achei interessante e estou postando. Espero não enchê-los de tantas fotos... Mas achei muito interessante.
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Prezados,
Segue catálogo sobre escolha de fluido dielétrico para EDM.
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Meninos e meninas, como parece que estão levando a sério a coisa e fazendo a lição de casa direitinho, fui vasculhar a doçaria da masmorra em busca do docinho que vai abaixo ...
Saboreiem com moderação, é uma delícia, mas pode ser indigesto ... ;D
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Esse assunto muinto me interessa tambem, por isso scaniei um capitulo sobre EDM de um livro meu que estava emprestado e hoje consegui resgatar. e espanhol
O livro
O arquivo em pdf
http://www.4shared.com/get/119229443/2ac0709d/edm.html
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Graaande Jorge,
Meninos e meninas, como parece que estão levando a sério a coisa e fazendo a lição de casa direitinho, fui vasculhar a doçaria da masmorra em busca do docinho que vai abaixo ...
Saboreiem com moderação, é uma delícia, mas pode ser indigesto ... ;D
Agora voce exagerou na dose ;D, vai deixar vários diabéticos e diabéticas por aqui...
Mas, "vou comer devagarinho".
Valeu, muito legal, tri-legal, n-legal,....
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Olá Ivan,
Esse assunto muinto me interessa tambem, por isso scaniei um capitulo sobre EDM de um livro meu que estava emprestado e hoje consegui resgatar. e espanhol
O livro
O arquivo em pdf
http://www.4shared.com/get/119229443/2ac0709d/edm.html
Tem mais capítulos pra nóisss?
Já li o que vc deixou... Teria algum outro capítulo sobre fontes mais modernas (p.ex.: a transistores)? Se puder deixar tudo tambem, será bem usado para nosso proveito. ;D
O Jorge deixou um "troço" pesado, cheio de física da descarga, física quântica, .... Parece até uma "rapadura" ;D
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Infelismente não,e só teoria mesmo esse livro, inclusive tem um bom capitulo sobre cnc,assim que tiver temo vou scanear tambem, mas no livro do
Robert Langlois - Building an EDM, tem muinta coisa pratica
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Oi Ivan,
Infelismente não,e só teoria mesmo esse livro, inclusive tem um bom capitulo sobre cnc,assim que tiver temo vou scanear tambem, mas no livro do
Robert Langlois - Building an EDM, tem muinta coisa pratica
Aguardarei novidades suas ;)
O livro do Langlois só apresenta fonte do tipo RC. Mas, acho que já dá pra montar a fonte da "miniedm versão 1.0" usando fonte RC. Mas gostaria de avaliar a possibilidade de uma fonte chaveada, pra ter maior rendimento (mm3/mim/A), aumentar a taxa de usinagem e não ter uma penca de resistores aquecendo à toa...
Tenho algumas idéias sobre uma fonte chaveada para EDM, mas não gosto de re-inventar a roda...
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Infelismente não,e só teoria mesmo ...
Já temos o primeiro caso de indigestão ... huá. huá, huá ... ;D
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Bem,
O papo está animado, os documentos sao ótimos mesmo, mas eu diria que um bom caminho para começar seria definir o que sefá feito para a fonte...
Como eu não sou hábil em construções eletronicas e já tenho um trafo que fornece 50Vac ou 80Vac e deve ter uns 8 ou 10A, e este será a vítima da vez...
Decidí que a fonte que vou fazer será baseada em um dos livros que já conhecemos, mas é claro que se mais para frente a tal fonte chaveada estiver disponível e eu puder construir uma, terei o maior prazer em trocar de brinquedo.
Daqui a umas duas semanas devo ir a Sampa no encanço dos resistores e capacitores.
A parte mecanica vai começar a tomar sua forma definitiva a partir desta semana.
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Para aqueles que pretendem fazer uma fonte (ou até um circuito) diferente - dei uma olhada naquele documento que o Ivan postou, e no final ele mostra umas idéias de circuitos que não são RC, e talvez seja interessante estudá-los.
Como meus conhecimentos não são bons nessa área, não posso opinar.
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minilathe
realmente não tem eficiencia comprovada era demorada mas para não jogar 1 dia de trabalho fora eo material tava de bom tamanho
edu
eu usava o proprio fio da bobina o oleo diezel mudava de cor a bobina esquentava de fazer agua ferver, como falam tosco, mas se eu fizesse ela hoje, copiaria a do robert que segundo ja li deve ser mil vezes melhor que a minha mas tambem ja li que a dele não é das melhores mas serve de caminho para fazer uma melhor
fgilii
em vez de comprar estas resistencias porque não tirrar o rolo de fio de niquel cromo do armario os caps poden ser eletroliticos comuns tipo47u400v à 1,20 reais e100u400và 3 reais
jorge
tem mais algum doce na manga
ivam muito obrigado
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em vez de comprar estas resistencias porque não tirrar o rolo de fio de niquel cromo do armario
Meu armário nao tem fio de NiCr à vontade - os últimos metros foram usados para fazer um forno de ceramica.
os caps poden ser eletroliticos comuns tipo47u400v à 1,20 reais e100u400và 3 reais
Sim - mas aqui na minha cidade não tem dessas modernidades de capacitores...
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Para aqueles que pretendem fazer uma fonte (ou até um circuito) diferente - dei uma olhada naquele documento que o Ivan postou, e no final ele mostra umas idéias de circuitos que não são RC, e talvez seja interessante estudá-los.
Como meus conhecimentos não são bons nessa área, não posso opinar.
Já estou estudando o circuito chaveado, lembra muito as fontes chaveadas, que já trabalhei um pouquinho.
Mas vamos começar com fonte do tipo RC, acho que uma fonte do tipo RC, com um Trafo de 50 a 80V x 3 a 5A, capacitores de até 400 uF, está de bom tamanho neste momento...
Os capacitores devem ter baixa resistência interna e baixa indutância parasita, para maximizar a corrente de descarga. Os eletrolíticos não são os melhores, mas "quem não tem cão"....
Os caps de poliester são os melhores (o prob é o valor de capacitância), usar vários capacitores em paralelo diminui a resistência e a indutância parasita. Nos cabos, usar vários fios finos em paralelo, ao invés de um fio grosso, minimiza a resistência e a indutância do circuito, aumentando a corrente de descarga e diminuindo as perdas e aquecimento no sistema (nos caps inclusive). Cabos planos (fitas) também são preferíveis que os de seção cilíndrica.
O circuito de controle de avanço pode ter o esquema que postei acima (versão 1.0 ou 1.1) e um pequeno motor de passo. Se tiver uma redução (correia dentada) melhora a resolução de controle do gap, usando um motor com 200 ou 400 passos e fuso de 1mm de passo.
Tenho uma correia dentada (tamanho 110XL050) que vou tentar usar, mas faltam as polias. Alguém poderia dar um help? Polias desse tipo, aqui no RJ, não se acha fácil e se achar é caríssimo (centenas de R$). Acho que uma correia mais estreita, tipo MXL de 1/4" ou 3/8" de largura, seria melhor não?
Alguém poderia postar um desenho mecânico de sugestão de cabeçote?
O livro do Langlois apresenta um desenho, mas acho que pode ser melhorado (modernizado) quanto a rigidez mecânica e que tenha pouco atrito e histerese. Penso em usar uma porca de acetal (para minimizar folga), fuso de 1mm e duas guias cilindricas em aço prata de 8mm de uma sucata. O que acham? Aluminio seria mais leve e melhor?
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Não sei se é a fonte que deve ser chaveada - pelo que entendo, o correto seria ter um circuito composto por transistores (ou o que valha) e estes controlados de forma a trabalharem em regime pulsante (desculpe se não uso os termos certos - eletronica nunca foi minha praia.)
Este último documento que o Ivan gentilmente cedeu mostra um circuito muito interessante (onapulse se não me engano),m e o que me chamou a atenção lendo o texto, é que os demais circuitos - Lazarenko, RC, RLC e outros tem como característica um consumo relativamente elevado do eletrodo.
Este mesmo comentário é feito pelo Ben Flemming e creio que isso possa ser melhorado com um circuito adequado e bem ajustado (e dotado de algumas regulagens ou variáveis).
Não lembro bem se no circuito simples do Robert ou do Ben está dotado de diodos colocados na saída do circuito para diminuir um problema comentado pelo Espanhol.
O espanhol cita que o cabo se transforma num indutor e por esse motivo aparecem uns problemas junto aos capacitores, ou na forma que eles descarregam, algo assim...
O tal diodo serve para diminuir (ou eliminar) um fenômeno que foi chamado de "ringing" (não lembro se citado por Ben Flemming ou Robert Langlois).
Me parece que é este fenômeno que diminui a vida útil do eletrodo.
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Uma pergunta!
Um transformador de solda de núcleo variável poderia ser usado como fonte?
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Não sei se é a fonte que deve ser chaveada - pelo que entendo, o correto seria ter um circuito composto por transistores (ou o que valha) e estes controlados de forma a trabalharem em regime pulsante (desculpe se não uso os termos certos - eletronica nunca foi minha praia.)
O termo que usei (chave) se aplica a circuitos que operam sob regime pulsado (como uma chave ON-OFF), não exatamente uma fonte chaveada. Apesar de estas fontes também operarem no mesmo regime. Os circuitos chaveados também são usados em máquinas de solda TIG, inversores de frequência, ...
Este último documento que o Ivan gentilmente cedeu mostra um circuito muito interessante (onapulse se não me engano),m e o que me chamou a atenção lendo o texto, é que os demais circuitos - Lazarenko, RC, RLC e outros tem como característica um consumo relativamente elevado do eletrodo.
Este mesmo comentário é feito pelo Ben Flemming e creio que isso possa ser melhorado com um circuito adequado e bem ajustado (e dotado de algumas regulagens ou variáveis).
Não lembro bem se no circuito simples do Robert ou do Ben está dotado de diodos colocados na saída do circuito para diminuir um problema comentado pelo Espanhol.
O espanhol cita que o cabo se transforma num indutor e por esse motivo aparecem uns problemas junto aos capacitores, ou na forma que eles descarregam, algo assim...
O tal diodo serve para diminuir (ou eliminar) um fenômeno que foi chamado de "ringing" (não lembro se citado por Ben Flemming ou Robert Langlois).
Me parece que é este fenômeno que diminui a vida útil do eletrodo.
Pois é..., como os pulsos são de largura estreita (curtos), da ordem de dezenas a centenas de microsegundos, a indutância do eletrodo e dos cabos (da ordem de nanohenries a microhenries) passam a ser significativas. Como voce sabe, uma indutância tem a capacidade de armazenar energia na forma de campo magnético, mas depois essa energia é devolvida ao circuito na forma de corrente de mesmo sentido e aí ocorre esse desgaste. A questão é o controle dessa corrente, para que ocorra no eletrodo apenas nos momentos em que pode realizar algum trabalho útil. Controlar a corrente também ajuda a melhora o acabamento e minizar o aquecimento no entorno do trabalho (zona termicamente afetada). Dê uma olhada em:
http://www.make-it-better.us/article.cfm?articleID=35
Interessante, sobre a evolução da tecnologia EDM.
Eu acho que o esquema do livro em espanhol está errado, pois o diodo como está ligado conectaria a fonte diretamente ao capacitor e ao eletrodo, gerando um grande curto. Inverter o diodo permite que a corrente armazenada em L seja dissipada em R e não gera um curto. Na figura a indutância do cabo + eletrodo + peça está na posição errada, o certo seria entre o capacitor e o gap.
Estou sugerindo um outro circuito que coloquei na sequência. Onde:
R2 e C2 correspondem ao cabo + eletrodo e peça
R1 e L1 são o resistor de carga e L1 um indutor auxiliar ("sugestão minha"), e que pode ajudar a minimizar a corrente em R1 no momento da descarga, diminuindo a dissipação e potência deste resistor.
D1 permite limitar a tensão em C para não ser maior que a da fonte, e D2 retorna a corrente armazenada em L2 de volta ao Gap. Não sei se isso melhora no aspecto do processo da descarga, pois vai jogar mais energia no gap, o que pode piorar o acabamento.
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Acho que esqueci do circuito que estou sugerindo.
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Me enganei em relação a L1, que foi colocado no circuito para a linearização da taxa de carga do capacitor, que seria exponencial apenas com o resistor.
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Eu usei uma chave com resistência série de 1 ohm para simular a descarga. Quando o sinal no canal B está ON (linha amarela está em nível alto), há uma descarga. A linha azul é a tensão no capacitor e no eletrodo (sem considerar as perdas e indutância parasita).
Para ilustrar melhor o que eu disse, segue uma simulação. Do modelo de EDM com indutor de linearização (L1) com e sem D1. Com diodo a tensão aumenta quase que linearmente. Sem D1 a tensão aumenta além da tensão de entrada, que poderia danificar o capacitor, porém, na prática, haverá nova ionização no gap e a tensão ficará limitada.
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Se você diz que funciona, quem sou eu pra duvidar... :)
Só achei o formato de onda meio diferente do que é mostrado nos livros que temos acesso - neste documento espanhol, é mostrado algo um tanto diferente.
Me pareceu que o formato de onda do livro é muitoparecido com o que conhecemos num acionamento pwm de motor de passo.
O que mudou é que há um período onde a corrente sobe muito e deve ser nesse momento que há a descarga, e depois a corrente cai (e se mantém estável, ou contínua) por um período de tempo grande, e por fim cai a zero de novo, dando tempo ao dielétrico a se refazer...
No seu circuito eu ví um pulso com uma certa duração, e ele cai a zero de novo...só achei diferente.
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Fábio,
Só achei o formato de onda meio diferente do que é mostrado nos livros que temos acesso - neste documento espanhol, é mostrado algo um tanto diferente.
Me pareceu que o formato de onda do livro é muitoparecido com o que conhecemos num acionamento pwm de motor de passo.
O que mudou é que há um período onde a corrente sobe muito e deve ser nesse momento que há a descarga, e depois a corrente cai (e se mantém estável, ou contínua) por um período de tempo grande, e por fim cai a zero de novo, dando tempo ao dielétrico a se refazer...
Eu fiz um moelo aproximado....
Fazer uma simulação de um caso real não é fácil, pois devem ser considerados vários fatores, principalmente as capacitâncias e indutâncias parasitas, que vão gerar as "senóides bonitas" que aparecem nos gráficos do livro. A descarga eu simulei com uma chave de resistência de 1 ohm, a linha verde é o estado da chave, quando em nível alto está havendo uma descarga. Quando a chave abre a descarga acabou, mas não é bem assim na prática, pois a descarga ocorre quando a tensão de ionização é ultrapassada, meu modelo seria mais realista com uma chave controlada por tensão e aí a coisa começa a complicar. Fica mais fácil e mais direto montar o circuito e ver com funciona, mas a simulação que fiz já dá uma idéia do que ocorrerá.
A tensão no capacitor em meu modelo aumenta após a chave abrir e só cai quando a chave fecha. Isso não ocorre na prática, pois ao ser atingida a tensão de ionização, o capacitor se descarrega. Mas o modelo mostra a rampa da tensão antes de ser atingida a tensão de inonização, da ordem de 50V (depende do gap, ...).
No seu circuito eu ví um pulso com uma certa duração, e ele cai a zero de novo...só achei diferente.
É a posição da "chave" que simula a descarga, chave ligada = descarga ocorrendo.
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Olá todos,
Uma idéia simples para obtenção a baixo custo de resistores, capacitores e transformadores:
Resistores: resistores de torradeiras, chuveiros e pequenos fornos elétricos (estão na faixa de potência de 1.5 a 3 KW). Os blindados são melhores.
Transformadores: os tranformadores dos fornos de micro ondas possuem um ferro tipo EI que é facilmente desmontável e possibilita
a troca do enrolamento do secundário para as tensões necessárias ao EDM.
Capacitores: alguns são encontrados , tb, nos fornos de microondas.
[],
Rogerio
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Spark Erosion Machine
Tem o esquema de uma fonte.
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Uma pergunta!
Um transformador de solda de núcleo variável poderia ser usado como fonte?
Óia aí que idéia bacana esta do MarcoMartim...
Tem estas maquininhas pequenas da Bambozi que tem inclusive ajuste eletrônico de corrente....
Se servissem, seriam uma mão na roda, pois já evitaria transformadores, retificação, filtragem, etc.. rs...
Tem uma aqui, uma Bambozinha modelo MDC305Ed que fornece 160A, com uns 45Vdc...
Usamos ela inclusive pra solda TIG...
Se fosse possível usá-la também para ECM, seria "o crime da mala".. rs.. Não só serviria pra tudo que já fazemos com ela, mas ainda teria ainda outra utilidade...
Muito boa a idéia... Só resta esperar os mestres se posicionarem, contra ou a favor da idéia.
Valeu Marcos
E agora, em questões de eletro-erosão, acho que vou parar de falar bobagens...
Tenho um colega que é professor do ETE, aqui de Mogi que me enviou ontem vários arquivos referente à estas máquinas...
Ele é professor de Mecânica, mas nunca imaginei que o homi conhecesse tanto deste processo...
Ficou quase uma hora no telefone comigo ontem, e agora creio que já conheço algumas coisinhas...
Ele autorizou repassar os materiais que ele me enviou ontem à noite e vou ver se coloco lá no esnips.. depois envio o link para vocês...
Tem umas coisinhas legais... Coisas básicas, mas que eu pelo menos não conhecia...
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http://home.earthlink.net/~a_wake/
http://home.earthlink.net/~a_wake/EDMController.pdf
Tem fotos da EDM e da fonte que o Wake construiu.
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É isso aí Edu, pensei que tinha passado batido; quem sabe "nóis num reinventa a roda" eu estou tentado a testar uma traquitana dessas aqui com maquina de solda. eh eh eh
A solução do Luciano para macho quebrado estou louco para testar, num vejo a hora, tô até torcendo para ter um macho quebrado.
Abraços...
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Fábio e colegas "eletroeroseiros",
Para melhorar a modelagem da EDM, acho que acertei o modelo, coloquei uma indutância para simular o cabo, ficou bem parecido com os gráficos do livro em espanhol (do Xabier de Maidagan). Mas ainda é um modelo, nada melhor que a prática...
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tô até torcendo para ter um macho quebrado.
Abraços...
hehehehehe... Só você mesmo.. rs....
A idéia do Luciano pareceu-me muito interessante...
Claro que pelo que o professor Gil falou aquilo é uma coisa tosca, não serve para serviços de eletro-erosão, mas para "rancar" macho, não vi coisa melhor.. rs..
Ainda não falei pra meu colega Valtinho sobre isto, mas quando falar ele vai gostar pra caramba.. rs...
Quantas vezes já não vi ele sofrendo que nem cachorro pra tirar um macho do buraco...
O disinfiliz quebra lá dentro depois não sai mais de jeito nenhum.. nem com reza braba.. agora com esta idéia, parece que não vai ter macho que resista.. rs...
Ainda mais se estas máquinas de solda puderem ser usadas.. Há.. rs.. aí sim... Só esperar acertarem a parafernália eletrônica que estão estudando que a gente manda ver.. hehehehe
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Pessoal,
Seguem agora os gráficos de tensão no capacitor e corrente na descarga, o modelo parece funcionar igual ao livro. :D Mas vamos ver na prática!!!
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Pessoal,
Seguem agora os gráficos de tensão no capacitor e corrente na descarga, o modelo parece funcionar igual ao livro. :D Mas vamos ver na prática!!!
Já vi que agora a coisa sai.. rs...
Muito bom, professor...
No início eu estava meio céptico em relação à este projeto, pois já vi alguns outros serem debatidos aqui durante algum tempo e depois cairem no esquecimento...
Agora no caso deste, creio que não pára não...
Com este seu empenho e também dos outros colegas, só não vamos concluí-lo se não quisermos mesmo...
Eu mesmo, no início, nem sabia direito o que era este processo. Agora já tá dando pra acompanhar...
Valeu mesmo
Mas diz aí: podemos usar a máquina de solda DC como fonte deste negócio?
A que temos aqui varia de 0 a 160A DC e tem em torno de 45V...
Economizaríamos "algumas" moedas, não tendo que investir em trafos, retificadores e filtros....
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Eu cheguei a fazer um projeto completo, basedo no livro, com banco de transistores , chaveamento, controle,etc , mas não cheguei a imprementar por falta de tempo de ir atraz dos materiais, mas agora voçes me animaram a retomar esse projeto, só me falta tempo
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Olá Edu,
Com este seu empenho e também dos outros colegas, só não vamos concluí-lo se não quisermos mesmo...
É isso aí, vamos em frente :D
É um trabalho de equipe, quando chegar a hora de testar, conto com os colegas. Cada um pode fazer algo diferente e somando tudo, dá um bom resultado final...
Pretendo testar um protótipo por aqui, minha oficina é pequena, mas dá pra brincar com coisas menores.
Mas diz aí: podemos usar a máquina de solda DC como fonte deste negócio?
A que temos aqui varia de 0 a 160A DC e tem em torno de 45V...
Economizaríamos "algumas" moedas, não tendo que investir em trafos, retificadores e filtros....
Dá pra usar um trafo de máquina de solda sim, mas deve ficar claro o que queremos fazer com ele e como iremos utilizá-lo. Basicamante, trafo é trafo...
Conforme a RAPADURA que o nosso amigo Jorge nos passou, até agora to com dor de barriga ;D ........
Há que diferenciar o arco (usado na solda elétrica) da descarga elétrica (usada nas máquinas EDM). O arco ocorre a baixas tensões (dezenas de volts) e elevadas correntes (centenas de amperes), é relativamente estável, formando um plasma que libera muito calor e "derrete" quase tudo a sua volta.
Uma descarga elétrica ocorre ao "romper-se" um dielétrico (gás, líquido ou sólido), criando-se uma passagem para as cargas elétricas. Diferentemente do arco, a descarga elétrica ou centelha, é instável e dura pouquíssimo tempo (microsegundos). Uma centelha também fura e desgasta o material, só que bem menos...
Voce sabia que centelhas podem gerar microfuros em material isolante? Já brinquei com isso...
Existe uma transição entre uma descarga e um arco e uma descarga elétrica pode evoluir para um arco.
Mas estamos tratando basicamante de máquinas EDM, que trabalham por descarga e que desgastam o metal de maneira localizada e controlada, retirando o necessário e sem afetar termicamante a região próxima do corte.
Porém nada impede de usarmos um arco para corroer metal, mas vai formar crateras, deixar respingos de metal e pode derreter ou deformar a peça devido ao calor. Mas saímos do propósito básico de uma EDM.
Em resumo, o trafo pode ser usado, mas... "use com moderação" ;)
Se usar o trafo de máquina de solda com um banco de capacitores, podemos ir dosando e controlando as descargas, desgastando o metal aos pouquinhos, como num passe leve de fresadora ou torno. A tensão de 45V pode ser meio baixa, mas deve até funcionar dependendo da máquina (gap do dielétrico seria pequeno...), vamos testar!!! Se puder mexer no tap da máquina e aumentar um pouco a tensão, ajuda, acredito que de 60V a 80V estariam de bom tamanho.
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Pessoal,
Uma ajudinha por favor, considerando que não tenho conhecimentos em elétrica, estou passando pra um amigo os dados pra fazer um "Arranca-macho" hehehehehe, ai quando falei do processo que o Luciano nos demonstrou, que ele usava uma de 12 volts/2Amperes, que ele construiu uma bobina e coisa e tal, ele vai e me pergunta:
" É corrente alternada ou corrente contínua este processo?"
Pronto!!! A duvida tomou conta do meu ser.
Alguém poderia me elucidar sobre esta questão?
Agora a outra duvida é minha mesmo, vou ficar sem vergonha e perguntar, heheheheheheheh.... .
Porque, temos que fazer esta bobina, que o Luciano construiu? Qual a função dela no processo?
Desculpem, a ignorância, mas a duvida persiste, e já sofri demais, com machos quebrados em peças caras, que muitas vezes a vontade era de chorar, rsrsrsrsrsrsrsrs
Agradeço desde já,
Alexandre Alex.
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Alexandre,
Corrente contínua...
A bobina daquele desenho é quem faz com que o pino que faz o papel de eletrodo avançar contra o material...
Conforme o que o circuito recebe de retorno, ele deve modular a forma que a corrente circula pela bobina fazendo o eletrodo avançar ou recuar.
Ví uma máquina de eletroerosão Checoslovaca que funciona assim - linda.
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quem não teve autorama era 12v continua, alex tenha calma por enquanto o doçe não esta no ponto, aquela bobina é um solenoide que puxa tudo para cima interropendo a corrente.
este projeto que eu fiz vai ser fichinha perto do que vai sair
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Alexandre,
Corrente contínua...
A bobina daquele desenho é quem faz com que o pino que faz o papel de eletrodo avançar contra o material...
Conforme o que o circuito recebe de retorno, ele deve modular a forma que a corrente circula pela bobina fazendo o eletrodo avançar ou recuar.
Ví uma máquina de eletroerosão Checoslovaca que funciona assim - linda.
Valeu, Fábio, O Eletrônico desconfiou que seria, mas me mandou averiguar, Obrigado.
quem não teve autorama era 12v continua, alex tenha calma por enquanto o doçe não esta no ponto, aquela bobina é um solenoide que puxa tudo para cima interropendo a corrente.
este projeto que eu fiz vai ser fichinha perto do que vai sair
Luciano,
Beleza, entendido sobre a bobina.
Vamos aguardar, Obrigado.
Infelizmente não tenho condições técnicas de ajudar, mas estou na torcida.
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fazer um "Arranca-macho" hehehehehe,
Pronto!!!... rs...
Agora o negócio até já tem nome... rs.. "Arranca-macho"...
Gostei..
Mas é isto aí, Alex.. Só termos um pouquinho mais de paciência que pelo jeito o que vem por aí é "coisa de gente grande".. rs...
Com este pessoal que tão "envorvidos" no assunto, difícil seria não concluirmos o projeto...
Eu cheguei a fazer um projeto completo, basedo no livro, com banco de transistores , chaveamento, controle,etc , mas não cheguei a imprementar por falta de tempo de ir atraz dos materiais, mas agora voçes me animaram a retomar esse projeto, só me falta tempo
Graande Ivan...
Se for possível compartilhar conosco suas experiências neste projeto que fez, iria com certeza ajudar bastante...
Tem fotos, esquemas, coisas do tipo?
Abração,
Eduardo
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Olhaíííí Pessoal,
Estou trabalhando no projeto do circuito, vai usar MOSFETs de potência, trabalhando com altas frequências de comutação (de alguns Khz a centenas de KHz) e de descargas, e com isso, usar capacitores menores de poliester aptos a descargas elétricas, e poucos ou nenhum resistor de potência, que "jogue muita eneriga fora". Será um circuito do tipo chaveado, com ajuste de frequência, ciclos de ON e OFF, .... Também estou busacando usar peças fáceis de achar e um circuito simples e robusto.
Devo começar a postar alguma coisa ainda nesta semana. Também vou fazer um protótipo e testar na universidade.
Aguardem novidades... :)
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Devo começar a postar alguma coisa ainda nesta semana. Também vou fazer um protótipo e testar na universidade.
Aguardem novidades... :)
Oba!!!... a gente não vê a hora de ver uma coisinha desta funcionando...
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Eu não tenho nada pratico a respeito, eu só fiz um projeto que não chegou a sair do papel, alias da tela do pc, como muintos projetos por absoluta falta de tempo. E no momento estou de mudança, e para um lugar maior e melhor, acho que agora vai dar para por isso tudo em dia,assim que tiver novidades coloco aqui em primeira mão.
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Eu não tenho nada pratico a respeito, eu só fiz um projeto que não chegou a sair do papel, alias da tela do pc, como muintos projetos por absoluta falta de tempo. E no momento estou de mudança, e para um lugar maior e melhor, acho que agora vai dar para por isso tudo em dia,assim que tiver novidades coloco aqui em primeira mão.
Opa!!.. Beleza, Ivan...
Boa sorte na nova casa...
E com um espaço maior com certeza logo logo terá novidades para nós... Ficamos torcendo...
Abraços,
Eduardo
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Curiosidade.
Encontrei esta imagem numa das minhas andanças pela grande rede à procura de informações sobre EDM.
Trata-se de uma ultra micro turbina para geração de energia.
Notem o tamanho da porca que prende a turbina numa pinça!
A peça do lado esquerdo da turbina (e no detalhe) é um eletrodo
http://www.powermems.be/gasturbine.html
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Mais umas imagens.
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ai esta o desleixo do brasileiro como ta malhada a moeda,como e bonito o trabalho rarara
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Brasileiro? , A moeda e euro
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Olá todos,
Uma idéia simples para obtenção a baixo custo de resistores, capacitores e transformadores:
Resistores: resistores de torradeiras, chuveiros e pequenos fornos elétricos (estão na faixa de potência de 1.5 a 3 KW). Os blindados são melhores.
Transformadores: os tranformadores dos fornos de micro ondas possuem um ferro tipo EI que é facilmente desmontável e possibilita
a troca do enrolamento do secundário para as tensões necessárias ao EDM.
Capacitores: alguns são encontrados , tb, nos fornos de microondas.
[],
Rogerio
ola rpm
como vc desmonta este trafo de micro ondas ? eu tenho uns 4 desses aqui , mas tem uma solda travando as chapas.
Abraço
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ola rpm
como vc desmonta este trafo de micro ondas ? eu tenho uns 4 desses aqui , mas tem uma solda travando as chapas.
Abraço
Oi Jorge.. Sei que a pergunta era para o RPM, mas já que estou aqui:...
Seguinte: mete a lixadeira com disco de corte sobre a área soldada sem dó nem piedade.. rs..
Única forma que eu encontrei pra desmontar estes trafos..
Obs: Corte apenas a área soldada.. É bem superficial...
Assim que perceber que começam a aparecer as lâminas do entre-ferro, você para e desmonta na boa...
Desmontei um (não sei de que marca) que bastou reenrolar o secundário e caso resolvido...
Neste modelo o primário e segundários são enrolados em carretéis separados...
Daí foi só reenrolar o secundário, montar e tava pronto.. Há.. antes de usar, dá um "banho" de verniz...
Abraços,
Eduardo
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Olá, Jorge
O Edu já respondeu corretamente.
Eu uso um arco de serra (nova) e um pouco de paciência.
A solda é superficial (ponteada)
Grande abraço,
Rogerio
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Prezados,
Estou meio sumido por enquanto, trabalho, muitas atividades de final de semestre na universidade, família, .... Mas venho progredindo com o projeto do EDM.
Quero relatar os progressos, a parte de controle já postei as idéias básicas anteriormente e o circuito final é o que já foi sugerido. Com relação a fonte de potência, depois de estudar vários artigos, patentes, livros, procurei escolher um arranjo simples, robusto e que deve atender a maioria dos casos de usinagens usando EDM por penetração e por fio. Tenho simulado por software, já comprei alguns MOSFETS para o circuito de comando de potência (IRFP-260), pretendo montar e testar em bancada assim que possível. A seguir a estrutura do circuito da fonte e as tensões e correntes esperadas do circuito. Dá para sofisticar usando IGBTs, ...., mas a idéia é fazer algo simples e econômico. Que todos possam montar e não precise aquele "montão de resistores aquecendo", conta de energia mais alta, ....
Estou avaliando um circuito com duas fontes de tensão, uma tensão maior (de 60 a 300V) para ionização do dielétrico, com corrente nula ou mínima. E outra fonte, com tensão menor (de 20 a 60V), com corrente ajustável, na faixa de 100mA a 20 A, para efetuar o desgaste do material. O uso de duas tensões é uma evolução ao circuito RC puro, por exemplo, da primeira parte do livro de Langlois. Isso permite que o eletrodo e peça não precisem se aproximar muito, ou até se tocar, para o estabelecimento da descarga. O que permite um melhor controle do gap, melhor acabamento da peça e diminui o desgate do eletrodo ou quebra do fio (WEDM).
Os tempos dos pulsos serão ajustáveis.
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Segue o circuito da fonte de potência e gráfico com a tensão no Gap.
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Minilathe,
Está interessante seu trabalho...
Como eletronica não é minha praia, vou me concentrar na parte mecanica do brinquedo.
Esta semana vou comprar uma caixa plástica que servirá de tanque.
Gostei de uma idéia que ví estes dias, e pretendo algo perto disso:
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Como eletronica não é minha praia, vou me concentrar na parte mecanica do brinquedo.
Esta semana vou comprar uma caixa plástica que servirá de tanque.
/quote]
Ok, a eletrônica está por minha conta, de qq modo aceito sugestões.
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Gostei de uma idéia que ví estes dias, e pretendo algo perto disso:
Tá bem bonitinho mesmo, hein ?
Tem o link para o site ?
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boa tarde fgilii
se o sistema tiver folgas ou for susetivel a vibrações a parte eletronica sofre e o furo perde precisão
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Tem o link para o site ?
Ops - deslize imperdoável...
http://groups.yahoo.com/group/EDMHomeBuilders/photos/album/265467273/pic/list
(lista EDM - é necessário estar cadastrado)
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boa tarde fgilii
se o sistema tiver folgas ou for susetivel a vibrações a parte eletronica sofre e o furo perde precisão
Luciano,
Estou ciente dessa sua afirmação...
Vou tentar fazer uma criaturazinha que funcione mais ou menos...
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Alguem chegou a montar a placa controladora de avanço mini EDM 1.1???
Eu montei porem nao estou conseguindo ter sucesso se alguem conseguiu por favor de uma help ae por favor a minha eu nao consigo controlar a voltagem "Va e Vb"....
Abraços
Eric
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Desculpe Erick, mas que placa de avanço é esta?
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Eric,
Alguem chegou a montar a placa controladora de avanço mini EDM 1.1???
Eu montei porem nao estou conseguindo ter sucesso se alguem conseguiu por favor de uma help ae por favor a minha eu nao consigo controlar a voltagem "Va e Vb"....
O circuito que voce viu é um arranjo básico, não é o esquema elétrico completo e final para montagem. Va e Vb são tensões de acionamento da eletroerosão, a idéia inicial é que sejam ajustadas eletronicamente, após escolha do usuário. Eu dei uma interrompida nesse projeto por que estou trabalhando no divisor (e por outras atividades extra-Forum), o qual pretendo divulgar brevemente. Pois a filosofia de funcionamento desse circuito ajudará no controle da eletroerosão.
Mas pretendo retomar o projeto da eletroerosão assim que concluir o divisor.
Se nesse meio tempo tiver alguma dúvida e eu puder ajudar, por favor escreva...
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Ggxlro,
Esquema de que parte? Eu postei um esquema de controladora de avanço, fiz esse projeto baseado no livro do Robet Langlois, que é uma livro clássico no assunto "EDM feita em casa", fiz uma versão modernizada do esquema do livro e testei no ISIS (Proteus). Anexei o esquema que melhorei e testei, agora com menos um CI, em relação aos posts anteriores (da versão 1.0).
Também daria pra sofisticar mais, colocando um microcontrolador agregando mais funções, projetar uma fonte do tipo chaveada para não usar uma "penca de resistores gerando calor". Mas acho melhor ir aos poucos.
Falta esquema de fonte e sistemas auxiliares (bomba, proteção por chaves de fim de curso). Não postei a fonte pois não definia corrente, o livro fala de uma fonte de 84V x 5 A, estaria bom pra começar a nossa "miniedm versão 1.0"?
Assim que tiver todas as partes definidas, pretendo montar uma dessas por aqui. Na próxima semana vou montar essa controladora num "Protoboard" ou numa placa universal, vou comprar o LM339.
Não me preocupei em detalhar a parte do driver do motor de passo (L297 e L298), pois assumi que todos que vão montar tem alguma placa ou driver à mão, mas posso acrescentar ao projeto, se for do interesse.
Esta controladora de avanço nao consegui faze-la funcionar e nao sei quais sao seus sintomas tambem...
Revisei todas as trilhas e procurei por soldas frias porem nao encontrei nada...
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Esta controladora de avanço nao consegui faze-la funcionar e nao sei quais sao seus sintomas tambem...
Revisei todas as trilhas e procurei por soldas frias porem nao encontrei nada...
Ok, apenas retificando, eu me enganei, estava pensando em meus posts mais recentes, que tratam de uma implementação mais sofisticada, com duas tensões, programação do ciclo de trabalho da máquina, ...
Este circuito (miniEDM v 1.0) deve funcionar em EDMs simples com fontes tipo RC, pois está totalmente coerente com o livro do Langlois, foi apenas alterado e modernizado um pouquinho. QQ dúvida é só informar, possso melhorar esse circuitinho... :)
Mande algum layout da placa com componentes.
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Se voçe puder melhorar ficaria muito grato pois estou tendo certas dificuldades viu!!!
Hoje consegui fazer funcionar a regulagem da tensao.Ja foi um grande passo!!!!
Coloquei 12V e consegui regular para 6V o neutro abaixo de 6V ascende a luz da direção e do enable acima dos 6V apaga a direção e acende enable resumindo parece estar funcionando perfeitamente!!!porem nao consegui fazer funcionar o pulso o motor nao gira ele fica "travado" porem medi a voltagem do clock deu 2.5V medi a frequencia deu 2000 Hz e varia de acordo com o potencimetro 1 entao parece estar funcionando o clock agora porque o motor nao gira...
vou tentar colocar somente o clock vindo do computador para ver se é esse o problema ai vamos descobrir porem nao consigo imaginar onde esta o defeito!!!
Bom ai vai um desenho do layout esta bem ruim foi o primeiro que criei tem muitos jumps e tal nao gostei muito sei que da pra fazer melhor....muito melhor!
Bom é isso abraços
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Funcionando perfeitamente!
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Tá me dando desespero...
Não tenho prática em eletronica, e acho que vou apanhar nessa parte.
Gostaria muito de conseguir acompanhar voces, mas acho que será difícil - vou então me concentrar na mecanica, que aliás já reuní algumas partes.
Já tenho 2 tanques plásticos, suporte de filtro e material para a estrutura.
Talvez faça um tanque (de trabalho) em chapa soldada, como se deve.
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Se precisarem de uma ajudinha passem o esquemático e desenho no Eagle e disponibilizo em vários formatos para impresão direta para vc´s... :P
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Eu tenho uma erosao de 60 ampers e pelo que vi o funcionamento da placa ela esta um pouco "fraca" a regulagem de voltagem que eu consegui ficou muito alta por exemplo:
Regulei para ela ficar estavel nos 6 V entretando ela só começa a subir quando é atingido 6.7 V e descer quando é atingido 5.2 V mais ou menos isso...
Ja na minha erosao a sensibilidade dela é maior resultando que ela inverte o sentido bem mais rapido numa gama menor de voltagem.
Nao cheguei a testar com tensao maior na casa dos 100 por exemplo mais pretendo fazer o teste em alguns dias.
Acho que se colocarmos ou pontenciometros com maior regulagem ou se nao como o minilhate havia falado colocar PIC´s melhoraria e muito essa regulagem...
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Eric,
Regulei para ela ficar estavel nos 6 V entretando ela só começa a subir quando é atingido 6.7 V e descer quando é atingido 5.2 V mais ou menos isso...
Ja na minha erosao a sensibilidade dela é maior resultando que ela inverte o sentido bem mais rapido numa gama menor de voltagem.
No circuito que eu postei haviam dois potenciômetros para ajustar as tensões mínima e máxima, é só ajustá-los.
Voce poderia postar um vídeo para dar uma idéia melhor do que está ocorrendo? Meça as tensões nas entradas (+) e (-), em relação ao terra, dos comparadores LM339 (U2A e U2B) e informe.
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Eric,
No circuito que eu postei haviam dois potenciômetros para ajustar as tensões mínima e máxima, é só ajustá-los.
Voce poderia postar um vídeo para dar uma idéia melhor do que está ocorrendo? Meça as tensões nas entradas (+) e (-), em relação ao terra, dos comparadores LM339 (U2A e U2B) e informe.
Eu regulei agora a regulagem mais fina que eu tenho é isso amanha tentarei fazer um video mostrando todas as voltagens acho eu que é pq estou tentando com tensao baixa 12V entao a regulagem deve ficar mais complicado...
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Eric,
No circuito que eu postei haviam dois potenciômetros para ajustar as tensões mínima e máxima, é só ajustá-los.
Voce poderia postar um vídeo para dar uma idéia melhor do que está ocorrendo? Meça as tensões nas entradas (+) e (-), em relação ao terra, dos comparadores LM339 (U2A e U2B) e informe.
Eu regulei agora a regulagem mais fina que eu tenho é isso amanha tentarei fazer um video mostrando todas as voltagens acho eu que é pq estou tentando com tensao baixa 12V entao a regulagem deve ficar mais complicado...
Se a sua eletroerosão opera com 60 V, é necessário fazer um divisor de tensão para reduzi-la para algo próximo de 6V no pino de entrada do comparador. Use um divisor de tensão com um resistor de 100K conectando o eletrodo à entrada do comparador LM339, e outro resistor de 10K conectando a entrada do comparador LM339 ao terra. Meça a tensão na entrada do comparador e certifique-se que é aproximadamente 1/10 da tensão no eletrodo.
Outra coisa, a tensão em vazio da fonte da eletroerosão deve ser maior que 60V para o circuito funcionar, mas não muito elevada, pra não queimar tudo.... Qual a tensão em vazio da fonte? Voce teria um diagrama da fonte?
Antes de ligar, medindo as tensões nos potenciômetros RV1 e RV2, ajuste-os de modo que a tensão na entrada (+) do comparador seja um pouco acima de 6V (6,5V) e a outra na entrada (-) um pouco abaixo de 6V (5,5V).
-
Eric,
No circuito que eu postei haviam dois potenciômetros para ajustar as tensões mínima e máxima, é só ajustá-los.
Voce poderia postar um vídeo para dar uma idéia melhor do que está ocorrendo? Meça as tensões nas entradas (+) e (-), em relação ao terra, dos comparadores LM339 (U2A e U2B) e informe.
Eu regulei agora a regulagem mais fina que eu tenho é isso amanha tentarei fazer um video mostrando todas as voltagens acho eu que é pq estou tentando com tensao baixa 12V entao a regulagem deve ficar mais complicado...
Se a sua eletroerosão opera com 60 V, é necessário fazer um divisor de tensão para reduzi-la para algo próximo de 6V no pino de entrada do comparador. Use um divisor de tensão com um resistor de 100K conectando o eletrodo à entrada do comparador LM339, e outro resistor de 10K conectando a entrada do comparador LM339 ao terra. Meça a tensão na entrada do comparador e certifique-se que é aproximadamente 1/10 da tensão no eletrodo.
Outra coisa, a tensão em vazio da fonte da eletroerosão deve ser maior que 60V para o circuito funcionar, mas não muito elevada, pra não queimar tudo.... Qual a tensão em vazio da fonte? Voce teria um diagrama da fonte?
Antes de ligar, medindo as tensões nos potenciômetros RV1 e RV2, ajuste-os de modo que a tensão na entrada (+) do comparador seja um pouco acima de 6V (6,5V) e a outra na entrada (-) um pouco abaixo de 6V (5,5V).
Consegui essa seman falar com meu professor quarta que vem vou testar na faculdade tudo certinho com uma fonte regulavel de até 400 volts... vou regular para 170 entao colquei dois resistores de 100K na entrada do eletrodo com o LM339 e um de 5K no comparador com o terra isso vai dar em torno de 4.5 a 5V de entrada o que é o ideal acho eu...
Assim que testar posto os resultados...!!!!
Pedi no forum da CNC AX-M o mudulo da placa no proteus pra desenvolver um tudo junto mais nao tive respostas quando tiver um tempo vou fazer eu mesmo a placa....
Bom Abraços!!!
-
Ola pessoal li todo o topico porque ele parou?
quando começei a ficar com agua na boca terminou as postagems kkkkkk
tem alguem que concluio este projeto?
desde ja grato e voltem a postar mais sobre a materia gostei mesmo ok...
ATT:RUBENS
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Estou dando andamento na estrutura da máquina - será pequena porque pretendo fazer trabalhos pequenos...
-
será pequena porque pretendo fazer trabalhos pequenos...
Principalmente pra tirar aquele macho quebrado, né ;D
Fotos!
Abraços...
-
Os nobres amigos saberiao diser se é possivel usar um trafo de forno de micro ondas para ser usado na eletroerosao?
ATT:RUBENS
-
Acho que não, a menos que altere o secundário.
-
OK....
Um enrolamento de quantas camadas e fio de qual bitola seria?
Vale a pena esta modificaçao?
ATT:RUBENS
-
Rubens,
OK....
Um enrolamento de quantas camadas e fio de qual bitola seria?
Vale a pena esta modificaçao?
ATT:RUBENS
Depende da tensão de saída que voce espera usar. Supondo uma eletroerosão pequena, uma sugestão é trabalhar com uma tensão variável até 40 Volts. Aí, poderia fazer um enrolamento cuja quantidade de espiras tem que ser determinada por uma regra de tres, da seguinte forma:
(1) Enrole uma espira no transformador, de preferência junto ao primário.
(2) Ligue e meça a tensão de saída na espira (E)
(3) Calcule a quantidade de espiras usando 40/E
(4) Enrole o novo secundário no lugar do secundário existente. Use fio esmaltado de bitola 6.0 mm2, para suportar uns 12A com boa regulação. Como esse tipo de tranformador é de 500Watts, teríamos 40 V x 12,5 A = 500 Watts máximos no secundário.
O transformador, além da eletroerosão, pode ser usado também numa CNC.
-
E agora vi que tudo é possivel heheheee
assim que der um tempo de sobra posto o video do teste!!!!
olhem o canto da chapa de ferro como ficou em apenas um minuto obs:o teste foi manualm ok
Att:RUBENS
-
Sim, eletroerosão pesada e a seco?
-
Bom dia caro amigo MINILATHE!!!!
SIM pelo modo que fiz devo diser que foi de uma forma pesada mais nao foi a seco
fiz com agua comum,,mesmo sabendo que a agua comum nao era o melhor por causa de
varios fatores mais consegui faser o teste e fiquei feliz com o resultado!!!!
Ainda é cedo para diser que vou faser uma eletroerosao pois ainda estou engatinhando
com a minha cnc e vou deixar para os grandes amigos terminaren a parte tecnica do projeto
e ai sim quem sabe posso sonhar mais alto!!!
Um abraço caro amigo e obrigado pela explicaçao sobre o trafo ok
Att:RUBENS
-
Rubens,
Ok, para um começo deu pra ver que a coisa funciona, não é??
Mas vamos montar uma eletroerosão CNC!!!
Abraços,
-
Isso mesmo!!!! :)
Sim sei que vai ser cnc!!!!
Olha ai o video do teste!!!!
RUBENS CNC (Eletroerosao caseira) (http://www.youtube.com/watch?v=GD9zJxJCFHY#)
Att:RUBENS
-
Rubens,
Qual o valor da tensão que voce usou?
-
Rubens,
Qual o valor da tensão que voce usou?
Ola caro amigo!!!!
Nao cheguei a faser as mediçoes na hora do teste.
Att:RUBENS
-
Ola Rubens, legal o seu porojeto, tb estou pensando em fazerum brinquedinho desses.
O que vc usou como eletrodo?
Vc fez com o trafo de micro ondas??
chegou a medir a corrente do circuito?
Abraços
Sanches
-
Ola caro SANCHES!!!!!
A primcipio nao estou com ideia de fazer a maquina de eletroerosao pois ainda
quero deixar a minha cnc como precisa,,,mais os testes que fiz provarao que
se pode fazer a tal maquina!!!!
O eletrodo usado foi uma escova de motor de partida daquelas douradas ok
Sim foi com um trafo de micro ondas,,,retirei o secundario e refiz o enrolamento
com uma barra de cobre de 3m,m x 7m,m ai dei 3 voltas com esta barra no lugar do secundario.
Mais nao cheguei a medir ok
Att:RUBENS
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Olá pessoal, sei que o tópico é antigo, achei conveniente postar aqui.
Sera que um removedor de machos desses serve para uma eletroerosão?
Custa R$15.000,00+-
http://www.nei.com.br/produto/2009/02/removedor+de+machos+quebrados+celmar+coml+e+imp+ltda.html (http://www.nei.com.br/produto/2009/02/removedor+de+machos+quebrados+celmar+coml+e+imp+ltda.html)
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Li agora que pode ser utilizada para inicio de furos para eletroerosão, então acredito que não sirva
para erudir uma cavidade de molde. :'(
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Este aparelho não tem nenhum ajuste e é muito bruto para esta função...
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vlw Gilii
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Pessoal, seu que estou desenterrando o tópico mas estou com grande interesse no assunto.
Oque aconteceu com esse projeto?
Gostaria de iniciar ele.
Abraço a todos
Edvaldo Pereira
-
Pelo que vi tem pouca informação sobre o assunto na rede, o assunto tambem me interessa...mais o
tempo é escasso :(
-
Pelo que vi tem pouca informação sobre o assunto na rede, o assunto tambem me interessa...mais o
tempo é escasso :(
Hoje fui ver uma maquina ela trabalha com tensão entre 0 a 100V e até 40 A.
Vc sabe a frequência que ela trabalha?
porque eu faria um oscilador para frequência de trabalho dela
-
Edvaldo,
Não sei a frequência de trabalho, na verdade sou leigo do assunto.
-
Galera eu tenho uma eletro erosão ibh que esta com alguns defeitos, ela trabalha com 80v dc pra desbaste e 250v dc pra acabamento fino, na tensão de 80v são dois canais tem dois botões com 8 estágios cada multiplicando temos 64 ajustes diferentes, sendo que tem 7 resistores em cada canal, tem um conjunto de reles que chaveiam os resistores de acordo com o quão rápido vc quer desbastar, pra acabamento são 4 ajustes com 3 resistores, o Trafo e bem grande gera 80v com 50 amper e 250v tbm com 50 amper.
tem uma chave que muda do manual pra vc posicionar o eletrodo, um que apita quando encosta o eletrodo na peca (serve pra zerar a peca), e erosão automático
tem dois potenciômetros que controlam o tempo que ele fica encostado e o tempo que ele fica afastado (potenciômetros de 10 voltas)
tem um que regula o tempo que ele demora pra encostar na peca (cada pulso)
tem um que controla o tempo de lavagem do furo (tempo que ele fica sem encostar)
e um que controla a velocidade que ele dece ate a peca
acho que não esqueci de nada rsrs
espero que ajude no projeto
se precisar de alguma dica de componentes (tipo dos resistores) etc pode contar comigo
á lembrei ela trabalha direto num digital da fagor usa a saída atraz quando chega no zero do z ela desliga
-
Cara e o seguinte, desenvolvi a eletrônica nova pra minha Eletro erosão, no fim descobri que era mais simples que pensava. Vamos lá:
Variáveis do processo:
Tempo de pulso - e o tempo que ele leva pra encostar na peça
T on - tempo que a centelha fica ligada em microssegundos
T off - tempo que a centelha fica desligada em microsegundos
Lavagem - tempo em que o eletrodo se afasta da peça pra lavagem do orifício
Velocidade do servo
Quase todos os controles são feitos por timer e um pwm pra controlar um motor DC que sobe e abaixa o eletrodo
Quando o eletrodo faz contato com a peça ele envia um sinal pra que os timer's comecem a atuar, vc coloca um tiristor pra chavear a corrente principal é feito!
A fonte da 80v dc com 50a uma banca de resistores com chave pra comutar de 3 até 50 amper
E a erosão de acabamento e em 250v com 4 amper
Com 3 resistores vai de um em um amper.